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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Dá para entender o Joni Lehmann?



O prefeito Joni, candidato a reeleição, continua desviando do assunto chumbo. Há um ano ele defendia abertamente a vinda da indústria de baterias (GNB Argentina) à Rolândia. Agora,  Joni foge do assunto e no questionário publicado pelo Jornal de Rolândia, diz que: “é contrário à vinda de qualquer empresa poluidora do Meio Ambiente”. 

Porém, no início de seu mandato o prefeito tentou fazer de Rolândia a central de lixo da região Norte do Paraná. Nenhuma empresa se apresenta como poluidora do Meio Ambiente. Curtumes, graxarias, indústrias de baterias, aterros sanitários... Todas têm projetos aprovados por órgão ambiental, mas na falta ou falha de fiscalização, notoriamente poluem. 

Mesmo em países de 1º Mundo acontecem falhas e fraudes na fiscalização, fazendo a população sofrer. Por essa razão a Europa e os E.U.A. transferem seu problema de baterias para a China, menos exigente na proteção ambiental. Em nosso caso são os Argentinos que nos escolheram por sermos menos exigentes na proteção ambiental.

Rolândia tem 48% do seu PIB na agricultura, gerando inúmeros empregos diretos e indiretos; É reconhecida internacionalmente como Berço do Plantio Direto; Abriga as terras mais férteis do mundo. Não podemos ter seu futuro comprometido com jogo de palavras!

Afirmar ser contra “empresa poluidora do Meio Ambiente” é pura demagogia! Gostaríamos de saber do candidato Joni se ele é a favor ou contrário a vinda da indústria de baterias (rejeitada por tantos outros municípios) à Rolândia. Rolândia já tem muito chumbo mal administrado e fiscalizado, não precisa importar mais!  (Mães de Rolândia, 29-08-12).

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