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terça-feira, 9 de abril de 2013

SUS em colapso!



As Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de todo o Brasil prometem parar de atender a população em 60 dias, por tempo indeterminado, caso o governo Dilma não aumente imediatamente em 100% o repasse de verbas federais para procedimentos de pequena e média complexidades. Segundo a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, de cada R$ 100 gastos, o Ministério da Saúde repassa apenas R$ 60. Os outros R$ 40 são obtidos por empréstimos, repasses de Estados, Municípios e doações de pessoas físicas e jurídicas. A dívida das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Brasil já ultrapassa a casa dos R$ 12 bilhões. O objetivo da Confederação das Santas Casas e Frente Parlamentar de Apoio aos Hospitais Filantrópicos é alertar o governo sobre "a caótica crise e eminente colapso na assistência ao SUS, decorrente da brutal falta de recursos federais no sistema". De acordo com a entidade, os objetivos do movimento são: 1)- Garantir o direito universal, integral e gratuito à Saúde para todos os cidadãos; 2)- Alcançar financiamento público federal à Saúde, com aplicação de 10% das receitas brutas da União no SUS e ainda viabilizar a fundamental sobrevivência das Santas Casas, Hospitais Beneficentes e Filantrópicos de todo o país (como o nosso Hospital São Rafael) que respondem por mais de 56 % dos atendimentos totais realizados pelo SUS!   

4 comentários:

  1. E VIVA A COPA DO MUNDO 2014 EM PAÍS DE 3º MUNDO...

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  2. Presidente Dilma é fundamental e urgente salvar o SUS da falência!!!

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  3. Milhões gastos em estádios de futebol, e a população doente, corações e mentes. O Povo não se importa com isso, afinal, big brother e futebol, são receitas perfeitas para alienar aqueles que não pensam, infelizmente esses são a maioria.

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  4. Os hospitais filantrópicos estão em uma situação triste hoje.
    As santas casas estão quase todas elas com dívidas milionárias e que ameaçam a insolvência (falência em termos simples).

    É necessário investimentos em planos sérios para a saúde pública, isso nenhum dos governos poderão se esquivar por muito tempo.

    A população não exige quantidade, exige QUALIDADE!

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