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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

2018: O ano do vai ou do racha!



         Estamos de volta! Nossos afazeres profissionais, familiares e sociais não nos deixam muito tempo para escrever. Como primeira intervenção deste ano, farei um breve balanço de 2017 e esboçarei minhas perspectivas para 2018.
            Pois bem. Após o desastre provocado pela corrupção e incompetência do PT & aliados de esquerda, os indicadores econômicos estão apresentando melhoras significativas. A Bolsa de Valores de São Paulo vêm batendo recordes históricos após a condenação de Lula; O dólar sofreu forte queda; A balança comercial saiu do vermelho; A produção industrial e o PIB voltaram a crescer e novos postos de trabalho estão sendo abertos!
            Sem dúvida, o impeachment de Dilma nos livrou (aos 40 minutos do segundo tempo) de enveredarmos pela via nefasta do bolivarianismo socialista.
          Outro fato a ser comemorado é a inflação abaixo do piso da meta pela primeira vez desde a edição do Plano Real. Com efeito, este cenário possibilitou ao Banco Central reduzir a taxa de juros para o menor percentual em trinta anos! A aprovação da Reforma Trabalhista foi outro avanço que contribuiu para este cenário, impensável em 2016.
           É verdade que muito ainda pode ser feito em prol dos Trabalhadores: 41,4% dos salários são destinados ao pagamento de impostos. Trata-se de um confisco cruel e brutal, digno da mais tirânica ditadura socialista. Até o momento, o único Partido que propõe desonerar a folha é o Novo 30 que pretende lançar o empresário e superatleta João Amoedo, à Presidência.
            Com a inelegibilidade de Lula, a esquerda tende a aportar na candidatura de Ciro ou Hadad. Ambos estão distantes da estratégia bem sucedida do “Lulinha paz e amor”. Isso poderá abrir espaço para políticos de centro, como Álvaro Dias e Alkimin. Bolsonaro tende a continuar como força política representativa da reação (proporcional, devo registrar) ao avanço da criminalidade e à radicalidade do discurso e da práxis de esquerda.
        É inequívoco que uma eventual vitória da esquerda, infelizmente, representará a interrupção do processo de retomada e um grande retrocesso social. Em tal cenário, restará aos defensores da Democracia Liberal o dever de se opor a toda e qualquer forma de ameaça às Liberdades econômicas, individuais, de imprensa e à independência entre os Poderes.  
         Por seu turno, a vitória de uma candidatura Liberal ou de centro, representará uma retomada vigorosa dos investimentos em todos os setores da economia. Se esta vitória vier acompanhada de um Congresso comprometido com a desoneração tributária, desburocratização, privatizações e abertura do mercado, então, preparem-se: Ninguém segura este país! 

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