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domingo, 7 de dezembro de 2014

Sobre a cassação de Joni Lehmann...


Não devo nada a ninguém. Graças ao Eterno e a educação financeira que herdei de meus pais sou um Homem Livre para expressar minhas opiniões. Sou oposição em nível local e nacional. Participei das últimas eleições como candidato a Vice Prefeito, além atuar como Assessor Jurídico, de Comunicação e Advogado da coligação Novo Tempo Rolândia. 

Registro que não recebi um único centavo pelos exaustivos serviços prestados com zelo e êxito, devo registrar. Nossa Coligação não sofreu nenhuma penalização por infração à Lei. O mesmo já não podemos dizer das outras duas. Na qualidade de Advogado, subscrevi ainda um Recurso contra a Diplomação,  julgado procedente pelo TRE/PR por unanimidade.

Alerto que os comentários que farei a seguir podem desagradar alguns setores da oposição local. Entretanto, os apresento com total conhecimento de causa. Fato comprovado nos Autos, houve abuso de poder político e econômico que gerou inegável desequilíbrio nas últimas eleições municipais. Joni foi cassado por tais motivos.

Entretanto, a eleição presidencial deste ano foi mil vezes pior! Um vale tudo deprimente e revoltante movido à mentiras, propinas, chantagens, uso da máquina pública e estatais, caixa dois e dinheiro roubado (que financiaram a campanha do PT e aliados, segundo apurou-se na operação Lava Jato). E agora? Vai ficar por isto mesmo? Vamos nos calar?

Vamos permitir que Dilma e Temer se beneficiem da própria torpeza? Será que a Legislação e a Jurisprudência só valem para eleições de cidadezinhas do interior e políticos do baixo clero? Até quando esta organização criminosa instalada em Brasília permanecerá impune? Até quando a Ordem dos Advogados permanecerá em silêncio? Eis as questões! 

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