segunda-feira, 13 de julho de 2026

De volta ao Teatro Mágico...


Lá pelos meus vinte anos, fui um leitor contumaz de Hermann Hesse. Em Rolândia (cidade de cultura alemã) sempre houve um informal ‘Círculo Hessiano’ e, naquela época, notava que alguns leitores na faixa dos quarenta e cinquenta anos voltavam ao Teatro Mágico ao recomendá-lo e discuti-lo com os mais jovens. Eis que hoje sou eu quem está chegando à idade de Harry Haller e retorna ao Círculo. Tudo começou da seguinte maneira: há alguns anos, procurava formas de aproximar meu filho mais velho da alta literatura. Falei de Hesse, Dostoievski, Appelfeld, Camus, Kundera e muitos outros autores que marcaram minha juventude. Como ele sempre teve aptidão para exatas, não prestava muita atenção ao assunto, até ganhar O último verão de Klingsor de um amigo (a quem eu mesmo indicara Hesse na juventude). Thomas leu, apaixonou-se por literatura e acabou lendo muitos dos autores que também li com sua idade. Hoje, ele está formando sua própria biblioteca (coisa que nunca fiz com rigor) e, para minha alegria, formou um acervo de Hesse com títulos que ainda não havia lido: Eis que o ciclo se repete... para os raros! 

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Sobre crentes e ateus...

 

Desconfio da convicção de todo ateu pela mesma razão que desconfio da certeza de todo crente: Se é impossível para a mente humana captar e compreender a grandeza do universo (que é finito) quem dirá a sua origem (no infinito).

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Maçonaria & Companheirismo

 

Pelo título você poderá pensar que encontrará aqui comentários sobre a célebre obra de René Guénon. Não. Tomei o título emprestado apenas para tecer uma breve reflexão acerca de meu aprendizado ao longo de trinta anos na Ordem DeMolay e nove na Maçonaria. Desde os idos de 1996, compreendi o valor do companheirismo. Esta é, aliás, uma virtude cardeal da Ordem DeMolay. Guardo no coração o nome e a lembrança de cada Irmão que esteve ao meu lado ao longo desta longa jornada. Definitivamente: Nossas cerimônias não são fórmulas vazias! Elas nos ensinam que não podemos falsear nossos votos, amigos e irmãos. Com efeito, se você deu sua palavra ou assumiu um compromisso, mantenha! Contratos só deveriam ser necessários no mundo profano. Durante três décadas tenho me esforçado em viver por este ensinamento. DeMolay e Maçonaria não dizem respeito apenas aos cargos exercidos. É estar ao lado dos irmãos, apoiando e orientando. É discordar no privado, apoiar em público ou permanecer em silêncio quando não for possível falar bem de um Irmão na presença de um não iniciado. Muitas vezes é difícil? Sim. Principalmente quando um irmão nos abandona ou magoa. Mas, observem: Quantas vezes isso não ocorre no seio de nossa própria Família? Pouco tenho lido em nossas publicações (ou ouvido em nossos Templos) sobre o valor que têm o padrinho em nossa jornada. Jamais se esqueça: Foi ele quem lhe deu o primeiro voto de confiança. Foi graças a ele que as portas da fraternidade se abriram para você. Desmerecer ou abandonar seu padrinho é como desmerecer a um pai. Desmerecer o Capítulo ou a Loja que te iniciou (por ego ou vaidade) é como virar as costas à família. Sua Loja (ou Capítulo) pode não ser a maior, a mais velha ou mais badalada, mas foi a Loja que lhe recebeu! Foi por ela que você passou a ter um vínculo indelével com a Maçonaria Universal. Você pode mudar de Loja, Capítulo ou Potência por diversas razões ou necessidades, mas procure manter intacto esse vínculo em seu coração. Lembro-me de uma ocasião em que me perguntaram (com certa ironia) porque eu não havia sido iniciado em tal e qual Loja. Respondi apenas o seguinte: Um maçom iniciado em uma “pequena” Loja é menos maçom do que o iniciado em uma Loja "maior"? Creio que não! Não se mede um maçom pelo cargo, Loja, Rito ou Potência. Se mede por sua dedicação à família, aos estudos, ao trabalho e aos irmãos. Em Loja e fora dela! Jamais procure na Ordem cargos, honrarias ou status, pois: Tudo isso é vaidade e vento que passa! Seja grato ao seu padrinho e aos irmãos de sua Loja mãe - por mais divergências que tenha com um ou outro Irmão. Por fim, registro meu testemunho: Sou grato ao Capítulo Getúlio Pereira Salerno, à Loja François Voltaire e aos meus padrinhos Geraldo Gonçalves Filho (de abençoada memória) e Clodoaldo Machado. Grandes maçons. Exímios escotistas! Ao longo de três décadas fui padrinho de vários Irmãos nas Ordens DeMolay e Maçônica. Imagino como agiria se um deles, algum dia, me decepcionar... Pois bem. Deixaria o tempo amainar a tristeza e os perdoaria, afinal: Esta deve ser a atitude de um pai e, guardadas as devidas proporções, também a de um padrinho! Tenho dito.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Pico Jurapê: A Montanha de Schmalz!

Pico Jurapê, em Joinville

11 de fevereiro demos sequência a nossa peregrinação anual pela Serra do Mar norte catarinense, aproveitando a estadia em Guaratuba. A montanha da vez foi o Jurapê (1.149 metros s.n.m.), berço do montanhismo catarinense e considerada uma das mais desafiadoras do Estado, pelos montanhistas vizinhos. 
Em 06 de junho de 1886, Johan Paul Schmalz acompanhado por Bruno Clauser, Hahn, Jacob Schmalz, Otto Delitsch e mais dois sujeitos definidos como “alugados” (creio que foram contratados) atingiram o cume do Jurapê (a montanha mais imponente de Joinville), após três dias abrindo picada pela floresta.
No dia anterior, estive em Morretes realizando boia cross com a família no Nhundiaquara. A previsão para o dia seguinte estava ótima. Acordei as 6h e fui para a sacada de onde observei uma visão perfeita dos contrafortes da Serra do Quiriri: Acordei o Thomas, arrumamos a mochila e pé na estrada!
Chegamos ao início da trilha seguindo o Maps e logo identificamos a porteira. Fomos seguindo a intuição (costumo usar carta e bússola, mas estava sem impressora na praia). Fiquei aliviado quando encontrei a segunda porteira com uma placa da prefeitura sobre cuidados com os macacos. Já eram 9h!
Thomas fazendo macaquices...

O capim estava alto e o Thomas foi seguindo o caminho mais batido. Chegamos a um córrego e a trilha sumiu. Fizemos uma varredura e encontramos apenas as mangueiras que abastecem o sítio. Seguimos rio abaixo e saímos em uma caixa d´água de onde se observa a propriedade rural, ou seja: Fim da linha! 
Subimos uns 70 metros rio acima e nada de trilha. Perdemos uns 40 minutos e notei que o Thomas estava ficando preocupado. Falei para ele que, como não tínhamos GPS, o jeito era voltar até a placa do macaco e procurar a trilha certa. Fui na frente e antes de chegar à porteira notei um rastro à direita...
Parei, olhei e notei uma fita desbotada. Era por ali.  Alguns metros à frente deixamos o capim e entramos na Mata Atlântica. Percebi que dali em diante não teria erro, pois é uma trilha consolidada. Aceleramos mesmo sob o calor infernal de verão: Em pouco tempo já estávamos encharcados dos pés à cabeça!
Notei que o Thomas estava quieto e mais lento que de costume. Disse-me que a pressão estava baixa (justamente o que eu pensei). Pedi para ele se hidratar, diminuí o ritmo e seguimos. Chegamos ao primeiro rio perto das 10h. Paramos, tomamos uma ducha na “cachu” e fizemos um lanche reforçado.

Thomas na cachuzinha

Subimos o lance de correntes e mais um tanto antes de chegar ao primeiro mirante para o Jurapê. Ainda havia um longo aclive pela frente. Logo chegamos ao segundo córrego e dali para cima o Thomas foi valente. O calor intenso somado a alta umidade da mata tornavam a montanha uma verdadeira sauna!

Cume do Jurapê, visto da trilha

Chegamos ao cume próximo às 12h30. Segui a trilha até o mirante de onde se observa uma visão privilegiada de Joinville, cidades do entorno, planície litorânea, baía da Babitonga e parte da ilha de São Francisco. O Thomas foi descansar sob uns arbustos e pus-me a procura da caixa do livro de cume.

Thomas no mirante para Joinville
Fiquei rodeando a área e nada de livro. Consegui um sinal e perguntei a IA onde ela estava, eis a resposta: A Caixa encontra-se no cume, onde há espaço para barracas e debaixo de uns arbustos. Pensei: cacete, aqui não está! Voltei e notei que a trilha continuava descendo. Apesar de não usual, só podia ser ali...
Poucos metros adiante há outro espaço para acampamento (sem mirante, um charco) e a caixa estava lá, sob uns arbustos. Peguei o caderno (na verdade é uma agenda) e como as assinaturas estavam fora de ordem, escolhi a página 20 de dezembro (data de meu aniversário) e registrei nossa passagem por ali.

Assinando o livro de cume

Após 1h no cume o Thomas já estava recomposto e pior: com pressa! Queria passar em uma tabacaria em Joinville para comprar fumo de corda. Partiu na frente, acelerando. Eu fui atrás...  Até disse para ele que daria tempo, mas jovem é foda. Acabei escorregando e bati a costela em um tronco. Levantei e pensei: Isso aqui vai doer umas 2 semanas... Que falta me fez uma cargueira nas costas!


Um dos mirantes da trilha

Ao chegar na cachuzinha, paramos novamente: A água gelada na costela me fez bem... Comemos o resto do lanche e fumamos. Recompostos, seguimos em bom ritmo. Chegamos ao carro perto das 16h com tempo de sobra para visitar a tabacaria. Como o Thomas estava na boleia, paramos em uma pizzaria onde tomei 1,5 litros de choop em minutos: Um brinde à Montanha de Schmalz!

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Escola Austríaca, Rand e Rush!

 

A cada dia desperto um novo eu. Quem me conhece sabe que não tenho receio algum em mudar de opinião. Aprendi que os fatos sempre se encaixam, por mais desconexos que pareçam. Em cada uma das minhas fases existenciais tive um padrão musical e literário. Todos foram importantes. Fui abandonando o pensamento de esquerda quando tomei contato com a Escola Austríaca de Economia. Neste período, em literatura, foi uma fase de Kundera, Soljenítisin, Kertész, Ayn Rand e, na música: Rush!  Além da genialidade artística, o trio canadense é a síntese musical de minha visão atual de mundo, vida e indivíduo, além de ser um grito atemporal contra todas as formas de totalitarismo: “Saiba que seu lugar na vida, é onde você quer estar!”

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Taipa, Ferraria e Ferreiro: Um ataque memorável!

A equipe no Taipa.

Com o nascimento de meu quarto filho, o alvará de montanha andava curto em casa. Nos últimos meses, além de curtir minha bebê Eva e me dedicar ao jardim, estive imerso nos dramas ambientados nas montanhas dos Cárpatos (anos 30 e 40) por meio das obras do célebre escritor judeu, Aharon Appelfeld.

Quando minha esposa finalmente deferiu o alvará, estabeleci como objetivo percorrer um setor do Ibitiraquire inédito para mim, com um cronograma ousado: Fazer Taipa, Ferraria e Ferreiro de ataque, partindo de Rolândia, após o expediente. Todos os convidados desertaram, menos meu filho Thomas.

Thomas no Pico Ferreiro.

Na véspera, por sugestão de meu cunhado Lucas, convidei Raphael Marques (Gambiarra) de Curitiba, que topou de imediato. A previsão do tempo estava ótima. Sexta à noite fizemos compras, arrumamos as mochilas e partimos. Liguei para o Gambiarra e combinamos o encontro na Fazenda Rio das Pedras.

Ofereci o volante ao Thomas para sua primeira longa viagem. Para ajudá-lo, o velocímetro da Duster não estava funcionando e passamos pelos radares usando a intuição... O menino mandou bem! Só espero que não venham multas... Ligamos para o Gambiarra assim que chegamos na Serra do Purunã.

As 4h30 estacionamos na Fazenda. Gambiarra já nos esperava. Sem enrolação, calçamos as botas e pé na trilha, colocando o papo em dia... Chegamos ao Getúlio antes do alvorecer. Saí sem água, para me abastecer no córrego do Caratuva e, uma vez lá, seguimos o leito seco em busca do precioso líquido...

Alvorecer no Getúlio.

Abastecidos, seguimos para o Taipa onde chegamos às 7h30. Havia um pessoal na pedra do falso cume que fizeram a gentileza de registrar nossa passagem. Após o lanche, seguimos para o Ferraria. A floração das orquídeas Sophronitis coccínea foi um espetáculo que compensou o desgaste físico entre os cumes...

A trilha está evidente para quem tem vivência em Montanha. Não tomamos nenhum perdido, não consultamos aplicativos e chegamos ao Ferraria em cerca de 1h45 de caminhada. Pausa para descalçar as botas, lanchar, preparar o cachimbo e lagartear, afinal estávamos com tempo de sobra...

Thomas e Gambiarra no Ferraria.

Após uma hora naquele belíssimo cenário, partimos rumo ao Ferreiro. Apesar de ser a parte menos frequentada da trilha, não tivemos dificuldades. Talvez, se o tempo estivesse zicado, as coisas teriam sido diferentes... Em montanha há muitas variáveis: estado de espírito, vivência, clima e preparo físico!

Ao chegarmos ao Ferreiro encontramos dois jovens (Matheus e Vinicius) que estavam fazendo a Circular no sentido inverso. Papo vai e o Gambiarra perguntou qual seria a próxima Travessia deles. Pensei que iriam mandar um Marco 22, Alpha-Ômega, Farinha Seca e o Vinicius responde: Serra Grande de Ortigueira!

Dupla promete ser a primeira a repetir a TSG.

Daí em diante foi uma confraternização geral. Eles haviam tomado ciência do desafio montanheiro no Norte do Estado por meio de nosso relato em Alta Montanha. Explicamos que lá o negócio é mais embaixo. Para começo de conversa, a Serra Grande é um sertão, a vegetação é mais cerrada e, para ajudar, a Travessia nunca foi repetida, logo: facão e lima serão indispensáveis!

Nos despedimos dos confrades, tomamos nossos últimos goles de água e partimos para o trecho final. Rapidamente alcançamos a Cachoeira dos Putos para nos esbaldar na água gelada. Seguimos pelo trecho final da Picada do Cristóvão, que já havíamos conhecido em uma incursão do CUME à Janela da Conceição...

Na Cachoeira dos Putos.

Chegamos à Fazenda às 15h. Conforme o planejado, retornamos para dormir em Rolândia, afinal sou muito fresco para dormir com roncadores. O Thomas foi babando todo o percurso. De Ponta Grossa em diante foi uma viagem difícil... No auge dos meus 40 e tantos cheguei à conclusão que mais vale uma noite mal dormida na Serra do que um perrengue na boleia!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Castelo dos Bugres: O anfiteatro da Serra do Mar Norte Catarinense!

Thomas e eu no cume do Castelo.

Há anos estava ensaiando alguma excursão pelas Montanhas de Joinville por ocasião das minhas férias anuais em Guaratuba. Desta vez, o plano inicial era fazermos o Pico Jurapê (mais exigente da região) mas, como meu filho Thomas convidou dois amigos, Silveira e Pansarini (que nunca haviam praticado montanhismo) acabamos optando pelo belíssimo Castelo dos Bugres.

Este morro é uma formação de rochas graníticas sobrepostas, no alto da Serra do Mar Norte Catarinense (aproximadamente 970 metros s.n.m), cujo acesso se dá pela bela e turística estrada Dona Francisca. O percurso (cerca de 4 km) é marcado por pequenos mananciais de água, exemplares de árvores frondosas e muita biodiversidade vegetal e animal.

Fizemos a trilha em 40 minutos (no ritmo dos jovens) e chegamos ao cume com  boa visibilidade. O alto da formação é um autêntico anfiteatro da Serra, de onde se contempla trechos imensos de Mata Atlântica, parte da Baía de Babitonga, o Jurapê, Morro Pelado, alto da Serra do Quiriri e vales circundantes... 


Thomas e Pansarini contemplando o cenário.

Uma lenda regional afirma que ali existe uma entrada para o centro da Terra -  procuramos, mas não encontramos... Outra narra que, em noite de Lua Cheia, aparece um bugre montado em um cavalo branco. Lendas à parte, ficamos lagarteando no alto da pedra contemplando o fantástico cenário por cerca de 1h quando começaram a aparecer os primeiros montanhistas catarinenses...

Decidimos descer para dar um tchi-bum na gélida cachoeira existente no início da trilha. Chegamos lá em cerca de 35 minutos e aproveitamos bastante! Perto das 12h seguimos para Joinville com a finalidade de comprar fumo de corda e visitar o histórico Cemitério do Imigrante (datado do Século 19) onde diversas personalidades da região estão sepultadas.

Passeando entre as antigas lápides acabamos nos deparando com o jazigo de um dos precursores do montanhismo catarinense: Johan Paul Schmalz que, em 06 de junho de 1886, acompanhado por Bruno Clauser, Hahn, Jacob Schmalz, Otto Delitsch e mais dois sujeitos definidos como “alugados”, atingiram o cume do Jurapê, após três dias de trabalho, abrindo uma trilha pela floresta extremamente cerrada.

Foi uma escalada autêntica, pois subiram a montanha apenas “porque ela estava lá”. O Jurapê é uma montanha estética e imponente, com 1.100m de desnível e terreno íngreme que sempre intrigou Schmalz que era um grande apreciador e conhecedor das belezas naturais da região. Pelo valor histórico, beleza cênica e por ser uma das Montanhas mais desafiadoras de Santa Catarina um dia retornaremos para subir a emblemática Montanha de Schmalz! 


A geladeira dos Bugres

terça-feira, 19 de novembro de 2024

Aquatrekking no Ribeirão Cafezal!

Crianças e amigos na foz do Córrego Arapuá.

Há um ano afastado das Montanhas (devido à gravidez de minha esposa) e compromissos na Ordem DeMolay, retomei uma atividade dos áureos tempos de adolescência: Explorar os Rios de Rolândia. Isto graças a insistência e cobranças dos meus filhos Benjamin e Thomas. Desde então, revisitei o Córrego das Amoreiras, Arapuá e praticamente todo trecho urbano do Ribeirão Cafezal (um dos mananciais de abastecimento de Londrina). Exploramos ainda outros trechos interessantes do Cafezal nas zonas rurais de Cambé e Rolândia. No início eram só eu e meus filhos, mas com a divulgação das aventuras nas redes sociais, alguns amigos se interessaram pela atividade, atualmente denominada aquatrekking. Já estamos programando novas incursões em outros trechos dos Ribeirões Cafezal e Três Bocas... Pois é: A quantidade de rios para se explorar em Rolândia e região dá pra uma vida toda - sem repetição! Eis o grande diferencial da modalidade.

Trecho do Ribeirão Cafezal em Cambé.

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

PT foi o campeão de gastos com recursos públicos para vereador em Rolândia!

 

Informações do divulgacand (portal vinculado ao TSE) apontam que a chapa de vereadores do PT (até o momento) foi a que mais gastou dinheiro do fundão em Rolândia. Também verifica-se que o dinheiro público foi distribuído desigualmente entre os candidatos: O "cabeça de chapa" levou R$ 10.500,00, enquanto os demais levaram, em média, R$ 3.500,00 para gastarem nas campanhas. Apesar do maior volume de recursos públicos, o PT amargou pífia votação em nossa cidade. 

terça-feira, 8 de outubro de 2024

Rolândia: Eleições em pílulas!

Foto Jornal de Rolândia


Ailton Maistro (PL) foi reeleito prefeito com 78,35% dos votos. Vereadores: Juntos, todos os candidatos do PT/PCdoB e PV fizeram pouco mais de 900 votos e seguem sem representação no Legislativo Municipal. O Partido Novo totalizou 2.651 votos em sua primeira participação nas eleições locais. Faltou pouco! Dos candidatos recomendados por nós, Gesiel Araújo foi o mais votado com 1.415 votos, coroando um trabalho desenvolvido ao longo de 4 anos. Dentre os eleitos, a que mais investiu foi Sabine Giesen, segundo informações do divulgacand/TSE. Parênteses: A prestação de contas final ainda não foi publicada. Os números divulgados são parciais. Interessante notar como os partidos distribuíram os recursos do fundo desigualmente: Os chamados "cabeças de chapa" levaram mais dinheiro público. Ficou curioso? Acesse e confira!

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Campanha contra o PSD ganha repercussão nacional!

 

O apoio do PSD ao desgoverno incompetente, desonesto, irresponsável, antissemita, mentiroso e ditatorial do PT/PSB e aos arroubos autoritários de Alexandre de Moraes (STF) está custando caro aos candidatos a prefeito e vereador do partido. Tanto é verdade que o senador Irajá (filho da Katia Abreu) e outros figurões partidários estão chorando as pitangas na internet e bastidores. Pois é: A campanha de boicote ao PSD-55 acertou no alvo! Eu acho é pouco. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Conheça o candidato: Gesiel Araújo!

 

Gesiel Araújo, 26 anos, é candidato a Vereador em Rolândia pelo PSD com o número 55055. Criado nos Jardins Horácio Cabral e Nobre, estudou na Escola Municipal Garrastazu Medici e nos Colégios Estaduais Villanueva, Padre José Herions e Souza Naves. Formado em Gestão Comercial e pós-graduado em Gestão Pública pela UNOPAR. É casado com a professora Alinny Gimenes há três anos. Começou trabalhar aos 14 anos na Cicles Celini e, posteriormente, nos Supermercados Santa Lúcia e Boa Compra até ingressar na vida pública. Conheci o Gesiel na época em que trabalhou no Santa Lúcia e acompanhei seu trabalho na administração Ailton Maistro. Trata-se de um jovem de perfil conservador, além de muito articulado politicamente. Estou entre os que acreditam que será uma liderança promissora para Rolândia. 

Por que ser vereador?

Quero ser vereador porque acredito que Rolândia precisa de novas vozes e ideias na política, especialmente aquelas que representam as necessidades e aspirações dos jovens e dos empreendedores locais. Como vereador, usarei minha energia e determinação para promover o desenvolvimento econômico, criar mais oportunidades para a juventude e fortalecer o esporte na cidade. 

Qual será seu posicionamento em caso de uma proposta para o aumento de impostos?

Sou contra o aumento de impostos que prejudique a população e os pequenos empreendedores de Rolândia. Acredito que a gestão pública deve ser eficiente e buscar alternativas para aumentar a arrecadação sem sobrecarregar o cidadão. Meu compromisso é defender o desenvolvimento econômico da cidade. Para isso é necessário criar um ambiente favorável para negócios e não aumentar a carga tributária. 

Como a atuação de um Vereador pode contribuir para Rolândia crescer com qualidade de vida?

Um vereador pode contribuir significativamente para o crescimento de Rolândia ao propor e apoiar políticas que melhorem a qualidade de vida dos cidadãos. Isso inclui a criação de espaços públicos seguros e acessíveis para atividades esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo local para gerar empregos e renda, além de atuar de forma vigilante na gestão dos recursos públicos, garantindo que sejam usados de forma eficiente e responsável.

Quais são seus principais objetivos, caso eleito?

Meus principais objetivos, caso seja eleito, são: promover o esporte como ferramenta de inclusão social e saúde; Apoiar a juventude com programas de qualificação e emprego; Impulsionar o desenvolvimento econômico de Rolândia, facilitando a vida dos empreendedores e criando um ambiente propício para novos negócios. Quero ser um representante que realmente escuta e age em favor dos interesses da comunidade.

Suas considerações finais:

Muito obrigado, meu amigo Paulo Farina pela oportunidade de apresentar um pouco de minha trajetória e compromissos. Venho me preparando e trabalhando para ser Vereador ao longo dos últimos anos. Estou no dia a dia dos bairros, das famílias, das igrejas e das empresas e continuarei assim, caso eleito. Não sou um candidato de ocasião. Para saber mais sobre nossas propostas e campanha sigam nossa conta no Instagram: @gesielaraujo.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Conheça a candidata: Fernanda Salgueiro!

 


Fernanda Salgueiro, 36 anos, é candidata a vereadora pelo Partido Progressista com o número 11220. Filha de José Carlos Salgueiro e Marilda Salgueiro é nascida e criada em Rolândia. É formada em Turismo (UNOPAR), Contabilidade (FACCAR) e Corretora de Imóveis. Começou a trabalhar aos 17 anos como secretária em um escritório de advocacia. Em 2010 foi estudar em Bournemouth, na Inglaterra. Trabalhou como voluntária no Projeto Learning together que ensinava português para estrangeiros. Esse Projeto nasceu juntamente com a Pastoral do Migrante que auxilia estrangeiros com documentação, moradia e demais necessidades básicas. Casada com Rafael Dario, tem duas filhas: Elisa (8 anos) e Clara (3 anos). Fernanda é de uma família tradicional e muito querida em Rolândia. Sem dúvida, é uma excelente opção para a Câmara Municipal.

Por que ser vereadora?

Acredito que Rolândia precise de pessoas com vontade, boas e honestas. Fui atrás de dados e comprovei que nós mulheres somos a maioria votante e minoria em cargos políticos. Precisamos mudar esse cenário! Também precisamos de pessoas jovens, com uma visão nova para trazer diferentes perspectivas e ideias. Como alguém que vive em Rolândia desde que nasceu, senti o desejo de retribuir a cidade que me deu tanto.

Como será o seu posicionamento em caso de uma proposta para o aumento de Impostos?

Analisaria a proposta com cuidado, considerando todos os aspectos e impactos.  Se a medida é realmente justa e se os recursos serão direcionados para áreas prioritárias em benefício da população. Antes de qualquer coisa, procuraria buscar alternativas, como a otimização de recursos existentes, combate aos desperdícios, busca por parcerias ou outras formas de financiamento. E o mais importante: Ouvir a opinião da comunidade antes de tomar uma decisão, garantindo que o aumento de impostos seja suportado pela população e justificado por necessidades reais.

Como a atuação de um vereador pode contribuir par Rolândia crescer com qualidade de vida?

O Vereador tem o dever de agir com transparência, desenvolver políticas públicas eficientes, que atendam às necessidades da comunidade. É preciso garantir que os recursos públicos sejam usados de forma eficiente, evitando desperdícios. Incentivar o crescimento de pequenos e médios empreendedores, fortalecendo a economia local. Desenvolver programas que melhorem o acesso aos serviços de saúde e ajudar na melhoria da educação. Enfim, com uma abordagem abrangente e integrada, acredito que podemos promover o crescimento, assegurando que Rolândia continue a ser um ótimo lugar para viver.

Quais são seus principais objetivos, caso eleita?

Se eu for eleita, meus principais objetivos serão voltados para três áreas fundamentais para o desenvolvimento e bem-estar da nossa comunidade: educação, esporte e comércio local. Eis as minhas metas para cada uma dessas áreas:

1. Educação: Investir em infraestrutura escolar, recursos didáticos e capacitação contínua para professores, garantindo um ambiente de aprendizado mais eficiente e estimulante para os alunos. Trabalhar para garantir que todas as crianças e jovens tenham acesso a uma educação de qualidade, independentemente de sua condição socioeconômica, através de programas de apoio. Incentivar a Educação Integral: Promover atividades extracurriculares e programas de suporte psicológico e pedagógico para atender às necessidades holísticas dos estudantes e prepará-los para o futuro.

2.  Esporte: Melhorar e expandir as instalações esportivas da cidade, como campos de futebol, quadras poliesportivas e centros de treinamento, para que mais pessoas possam praticar atividades físicas. Desenvolver programas e eventos para todas as idades, desde crianças até adultos, incentivando a prática de esportes e promovendo um estilo de vida saudável. Criar programas de incentivo e suporte para atletas locais, oferecendo bolsas, treinamento e recursos para que eles possam alcançar seu potencial máximo e representar bem nossa cidade.

3. Comércio: Apoiar Pequenos Negócios e Empreendedores implementando políticas que incentivem e facilitem a abertura e o crescimento de pequenos negócios e startups locais, como redução de burocracia e acesso a linhas de crédito. Promover campanhas de valorização do comércio local, incentivando os cidadãos a comprar de lojas e serviços da região, o que fortalece a economia local e cria empregos. Trabalhar para melhorar a infraestrutura e a aparência das áreas comerciais da cidade, tornando-as mais atraentes e funcionais tanto para os comerciantes quanto para consumidores. Esses objetivos são interligados e contribuiriam para o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida em nossa cidade. Com um foco integrado em educação, esporte e comércio local, pretendo promover um ambiente onde todos possam prosperar e se beneficiar de um crescimento equilibrado e inclusivo.

Suas considerações finais: Primeiramente quero agradecer a você, Paulo Farina, pela oportunidade de me apresentar. Acredito que, ao investir na qualidade da educação, podemos preparar melhor nossas crianças e jovens para o futuro, oferecendo-lhes as ferramentas necessárias para ter sucesso. O investimento em esporte não só promove um estilo de vida saudável, mas também fortalece o espírito comunitário e dá oportunidades para talentos locais se destacarem. Apoiar e fortalecer o comércio local é essencial para uma economia vibrante e sustentável, gerando empregos e enriquecendo nossa cidade. Estou pronta para ouvir a população, buscar soluções criativas e trabalhar de forma colaborativa para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgirem. Com o apoio de todos, tenho confiança de que podemos construir um futuro melhor para Rolândia, onde todos possam prosperar e se sentir orgulhosos de sua cidade. 

sábado, 31 de agosto de 2024

Conheça a candidata: Tatiane Benazi!


Tatiane Benazi, 39 anos, é candidata a vereadora em Rolândia pelo NOVO com o número 30.789. Casada há 14 anos, é mãe de 6 filhos (uma no céu). Filha do Professor Tucano e Dona  Rosane é apaixonada por esportes, praticou atletismo e foi vice-campeã brasileira de arremesso de peso. Bacharel e licenciada em Química por teimosia e Pedagoga por amor. Católica, encontrou na formação de sua família algo grandioso que lhe havia sido negado pela militância feminista na universidade pública: “A família estruturada como núcleo principal da sociedade”. Com a maternidade, aprendeu a importância e o protagonismo da família na Educação. Acredita nestes princípios, estuda, vive e luta por eles! Conheço a Tati e sua família há muitos anos e parabenizo o NOVO por apresentar à Rolândia mais uma excelente opção para renovar com qualidade nosso Legislativo!

Por que ser vereadora?

Quando voltei para Rolândia matriculei meus filhos na escola pública e, como uma mãe prudente, comecei a participar da escola, primeiro na APMF e depois no Conselho Municipal de Educação, do qual fui presidente. Foi com base nessa vivência que passei a acompanhar de perto as ações do Executivo e Legislativo. Por mais que apresentássemos requerimentos aos vereadores, poucas ideias seguiram adiante. Como mulher, mãe, professora e ex-atleta sei que posso contribuir para mudar este cenário, lutando por nossos direitos através de um mandato transparente, independente e engajado.

Qual será seu posicionamento em caso de uma proposta para o aumento de impostos?

A bandeira do Partido Novo é respeitar o Brasil, respeitar o cidadão. Na maioria das vezes, aumentar impostos não é solução e só demonstra falta de planejamento e austeridade. Trata-se de uma maneira rápida e fácil de aumentar o orçamento às custas do suor das famílias. Se houver uma proposta neste sentido, consultarei especialistas e ouvirei a população para me posicionar corretamente.

Como a atuação do Vereador pode contribuir para Rolândia crescer com qualidade de vida?

A atuação do Vereador é imprescindível, fiscalizando o Executivo, buscando recursos e viabilizando Projetos tanto na esfera estadual, quanto na federal. Dinheiro há, mas é preciso trabalhar para conseguirmos trazê-lo.

Quais são seus principais objetivos, caso eleita?

Meu principal objetivo é cuidar da família rolandense: Articulando o retorno das escolinhas das diversas modalidades esportivas nos Ginásios Emílio Gomes (Centro), Tancredo Neves (Vila Oliveira) e nas quadras do “ Meu Campinho” nos bairros; Também considero importante o retorno das Ruas de Recreio aos finais de semana, envolvendo as Secretarias de Saúde e Assistência Social para estarem mais perto das famílias. Também será necessário regulamentar a Lei de Incentivo ao Esporte, que ainda não foi sancionada. É preciso desenvolver um projeto unindo as Secretarias de Saúde e Esportes em ações preventivas, com especial atenção aos idosos. Fomentaremos projetos culturais para Rolândia, movimentando a juventude e apoiaremos a Educação, buscando mais recursos. Estarei vigilante e lutando contra eventuais retrocessos ideológicos no Plano Nacional de Educação, que virá nos próximos meses.

Suas considerações finais:

Embora Rolândia esteja bem administrada, não podemos nos esquecer que, em nível federal, a situação não vai nada bem. O rombo nas contas públicas, a política externa desastrosa, o retorno da inflação, censura e insegurança jurídica, cedo ou tarde, afetará todos nós, demandando preparo e coragem das lideranças locais. Todos sabem que é da natureza do atleta ser combativo e resiliente: Podem ter certeza que estarei preparada para lutar por nossa população em qualquer cenário! Agradeço a oportunidade e convido todos a acompanharem meu trabalho no Instagram: @tatibenazirosa.

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Conheça a candidata: Fernanda Oliveira!

 

Fernanda Oliveira Serpeloni, 44 anos, é candidata à Vereadora pelo NOVO em Rolândia com o número 30.456. É filha de Airton Marques e Maria Helena de Oliveira (in memoriam). Estudou no Colégio Estadual do Paraná e fez estágio na Casa Civil, Telepar e Banco Central do Brasil. A família materna é de Rolândia. Seu avô Alfredo Alves de Moura foi um dos construtores da Igreja Matriz e sua mãe foi noviça no Colégio das Irmãs Franciscanas, não chegando a se ordenar. É formada em Administração Pública pela UNESPAR. Especialista em Controladoria e Finanças pela PUC/Londrina. Atuou como Gestora financeira em médias e grandes empresas. Casada com Leandro Serpelloni é mãe de duas filhas. Devido à uma fatalidade no parto, sua primeira filha teve anóxia (falta de oxigênio) ficando com graves sequelas e é assistida pela APAE. Atualmente, é proprietária do tradicional Bazar Rolândia. Foi Presidente do Lions Clube local (2022/2023), é Tesoureira da APAE, conselheira no Grupo Escoteiro Guarani e nos Tucanos (grupo de corrida). Conheci a Fernanda no Escotismo e posso garantir que ela acredita em Rolândia, está preparada e defenderá os valores do NOVO na Câmara Municipal!

Porque ser Vereadora?

Porque acredito que é maior aquele que serve. Em 2019, decidi mudar meu estilo de vida e concentrar minha energia no que realmente importa. Trabalhei em várias entidades beneficentes e entendi que tenho potencial para servir nossa comunidade. Não tenho berço político, mas tenho desejo de mudança! Encontrei na política um meio de ajudar as pessoas. Quero representar a comunidade na Câmara com comprometimento, disciplina e responsabilidade.

Qual será o seu posicionamento em caso de uma proposta para o aumento de impostos?

Não vejo necessidade de aumentarmos impostos. Como empresária sei o peso da carga tributária. Claro que a pergunta me impele a dizer que serei contra, mas entendo que o problema está na corrupção e no desperdício. Ressalto que é preciso entender (com dados) o que justificaria um aumento de imposto e os critérios de tal proposta para poder me posicionar.

Como a atuação de um vereador pode contribuir para Rolândia crescer com qualidade de vida?

Atuando no que faz uma cidade crescer, ou seja: geração de renda! Fomentando o empreendedorismo local, disponibilizando treinamentos de gestão para jovens e adolescentes. O vereador deve encontrar propostas em conjunto com a sociedade, reverberando suas necessidades. Ele também pode, utilizando suas emendas impositivas, direcionar recursos para a saúde, segurança, infraestrutura, esporte e elaborar leis que sigam nestas direções.

Quais são seus principais objetivos caso eleita?

Tenho 5 principais objetivos: 1) Suporte para as famílias e pessoas com deficiência: As famílias atípicas (atípica é o termo usado para descrever as famílias que tem filhos com deficiências, síndromes raras ou outras condições que afetam o desenvolvimento) necessitam de atenção e suporte. Precisamos de professores de apoio e um local adequado para atendimentos especializados em Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e Psicológica para filhos e familiares. Eu serei a representante desta causa. 2) Locais adequados para a prática de atividades físicas: A segurança, principalmente das mulheres é ameaçada durante a prática de atividade física nas ruas e praças da nossa cidade. Como atleta amadora sei bem o que é isso. Não temos um local adequado para irmos sozinhas e nem mesmo com a nossa família. Representarei a classe esportiva e lutarei por locais mais apropriados e seguros para a prática de atividades físicas. 3) Treinamento em Gestão para Jovens e Adolescentes: Como gestora e, sendo vereadora, vou investir em treinamentos para desenvolver habilidades de gestão dos jovens e adolescentes, capacidades que considero fundamentais para construirmos uma sociedade mais desenvolvida. 4) Incentivo ao Empreendedorismo: Vamos fomentar o empreendedorismo, capacitando as pessoas em parceria com as entidades da sociedade civil e escolas. Sei que empreender traz crescimento pessoal e, consequentemente, para nossa cidade. 5) Organizar o lazer público e retomar festividades culturais: Precisamos de mais momentos de lazer e celebrações. Sinto falta destes momentos em Rolândia. Estas ocasiões melhoram a vida das pessoas e fortalecem o comércio local. Pretendo resgatar estas festividades, propor outras e trazer mais opções para as famílias participarem e celebrarem.

Suas considerações finais.

Agradeço a oportunidade apresentar minha trajetória e compromissos. Haverá muito trabalho pela frente e não podemos nos curvar para os donos do poder no país, pelo contrário: Temos que ter coragem, fé e esperança sempre. A mudança que queremos para o Brasil, começa em nossa cidade! Para saber mais sobre minha vida, propostas e acompanhar a campanha, sigam meu Instagram: @fernandaoliveiraserpelloni. Estou à disposição de Rolândia!

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Conheça o candidato: Lucas Schauff!

 

Lucas Schauff, 33 anos, é candidato a Vereador pelo NOVO com o número 30.303. Filho de João Paulo e Lílian é nascido e criado em Rolândia. Agrônomo formado pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (Campus Bandeirantes), concluiu sua graduação na Universidade de Bonn, Alemanha. É especialista em gestão empresarial e administrador da Ruralservice. Atualmente coordena uma equipe com mais de 50 agrônomos em seis Estados. É Diretor da Associação Paranaense de Planejamento Agropecuário (APEPA) e membro da Câmara Temática de Gestão do Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura. Foi membro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Rolândia. É casado e pai de dois filhos. Conheço o Lucas há mais de 20 anos: É um jovem dinâmico e preparado para elevar o nível dos debates e trabalhos na Câmara Municipal.

Por que ser vereador?

Ser vereador é uma oportunidade de seguir o legado dos meus pais e avós, que muito se dedicaram à Rolândia. Quero retribuir tudo o que a cidade nos proporcionou. Acredito que, utilizando os conhecimentos e valores que adquiri ao longo da vida, poderei contribuir efetivamente para o desenvolvimento da cidade que tanto amamos.

Qual será o seu posicionamento em caso de uma proposta para o aumento de impostos?

Meu posicionamento será contrário. Acredito que nossa cidade e país possuem receitas mais que suficientes. Temos uma das maiores cargas tributárias do Planeta! O que falta é ampliar a transparência e a eficiência nos gastos públicos.

Como a atuação de um vereador pode contribuir para Rolândia crescer com qualidade de vida?

Criando, discutindo e aprovando Leis inteligentes, fiscalizando o Executivo, zelando pelos interesses da comunidade e atuando como elo de ligação entre a população e governo.

Quais são seus principais objetivos, caso eleito?

Legislar com responsabilidade: Quero atuar com base nos valores de ética, transparência e eficiência. Pretendo criar um programa quinzenal (podcast) para informar a população sobre o que está acontecendo no Legislativo. Irei articular com a Prefeitura a criação de um aplicativo de fácil uso (integrado com o WhatsApp) para os cidadãos reportarem suas denúncias e reivindicações diretamente às Secretarias competentes. Funcionará como uma ouvidoria, coletando dados estratégicos para orientar as ações do governo.

Otimização dos processos da gestão pública: Pretendo mapear e analisar os processos da gestão pública municipal, identificando gargalos e elaborando planos de ação: O objetivo é melhorar a resposta dos serviços públicos e desburocratizar procedimentos. Além disso, lutarei para reduzir a carga tributária e simplificar os processos de cobrança de impostos, facilitando a abertura e operação de empresas. Outro foco será a regularização fundiária, para impulsionar investimentos e promover o desenvolvimento econômico. Também quero fortalecer os mecanismos de fiscalização e controle interno para prevenir irregularidades.

Canal de comunicação da Saúde: Esse canal permitirá que a população acompanhe em tempo real a lotação de cada Unidade de Saúde e saiba quais especialistas estão atendendo. Essa plataforma também será empregada como SAC vinculado ao sistema gov.br, aumentando a transparência e eficiência no atendimento à saúde.

Segurança pública: Iremos articular com a Prefeitura a implantação de câmeras de monitoramento em pontos estratégicos da cidade e zona rural. Essas câmeras fornecerão informações estratégicas à polícia, ajudando a aumentar a segurança e prevenir crimes.

Zona rural: Pela via legislativa, direcionaremos o dinheiro do Imposto Territorial Rural (ITR) para investimentos na zona rural, melhorando a infraestrutura e os serviços disponíveis. Também é meu objetivo promover o turismo rural em Rolândia, explorando o potencial do município para atrair visitantes e gerar desenvolvimento econômico na zona rural.

Capacitação e empreendedorismo: Quero desenvolver programas de capacitação, estágios e intercâmbios para a população e funcionalismo público. Além disso, articularei com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico a criação de programas de microcrédito e incentivo ao empreendedorismo, com foco em pequenas e médias empresas locais.

Combate à corrupção: É meu compromisso fortalecer a cultura da ética e transparência na administração pública. Uma ferramenta importante será desenvolver um sistema de denúncias anônimas para incentivar a participação popular no combate à corrupção. Além disso, é necessário promover eventos sobre conduta e legislação nas esferas públicas.

Suas considerações finais: Obrigado, meu Irmão Paulo Farina pela oportunidade de apresentar um pouco da minha trajetória, propostas e compromissos. Tenho convicção que uma Câmara competente e inovadora é o caminho para Rolândia se desenvolver muito mais. Isso só depende de nossa participação e escolhas!