A Confederação Maçônica do Brasil, entidade representativa dos Grandes Orientes
Estaduais, reafirmou seu Compromisso em defesa da Família, contra a ideologia de gênero e a sexualização precoce de nossa Infância
e Juventude. A Carta de João Pessoa é um corajoso Manifesto em
defesa dos valores morais do Povo Brasileiro e um apelo contra o império
midiático do “politicamente correto” onde certos grupos procuram impor, arbitrariamente, sua
cultura e agenda à toda Sociedade.
terça-feira, 31 de outubro de 2017
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Rito Francês: Mitos e verdades!
A
Franco Maçonaria sempre foi objeto da curiosidade humana. Inúmeras lendas são
propagadas como se verdades fossem. Com efeito, a interpretação
errônea e, por vezes dolosa, dos ritos e símbolos é prática comum que deve ser
combatida. A atitude dos Irmãos que, por
brincadeira, reforçam tais mitos no imaginário popular, colabora para a
perpetuação dos famigerados preconceitos.
Fato pacífico, a Maçonaria,
embora una, abriga vários Ritos. No Brasil, o Rito mais difundido é o Escocês
Antigo e Aceito. Por esta razão, mais escasso é o material de pesquisa sobre os
demais Ritos praticados, dentre eles o Francês, Adonhiramita, Brasileiro, Schröder, York e Emulação. A desinformação,
lamentavelmente, também é grande, mesmo entre integrantes e estudiosos da Ordem.
Muitos já se depararam com a afirmação absurda de que o Rito
Francês é ateu. Ora não existe um rito ateu na Maçonaria. O Rito Francês é laico e laico não é sinônimo de ateu. Laico é característica do que ou
daquele que não faz parte do clero; que não recebe influência e não pertence à instituição
ou ordem religiosa; Neste sentido, o Rito Francês é laico, como laica é, evidentemente, a própria Maçonaria.
A tolerância, o respeito mútuo e a liberdade absoluta de
consciência são os princípios norteadores do Rito Francês. Neste sentido, cada
Irmão é livre para professar sua fé de acordo com sua consciência.
Diferentemente de outros Ritos, não é exigido do Recipiendário um vínculo
religioso. Durante o processo de admissão o tema sequer é mencionado. Eis um diferencial
louvável do Rito!
Embora laico, o Rito Francês segue às disposições da
Constituição de Anderson de 1723 (base legal da Maçonaria Especulativa) em
cujas páginas se lê: “O maçom está
obrigado, por vocação a praticar a moral; e se compreender bem o seu dever
nunca se converterá em um estúpido ateu ou em um irreligioso libertino”.
Pois bem. Acrescente-se ainda o fato da Bíblia Sagrada ser o alicerce
comum a todos os Ritos. Passagens, eventos e personagens bíblicos são referências
fundamentais para a Maçonaria. Assim sendo, as Lojas de Rito Francês do
Grande Oriente do Paraná, adotaram a presença da Bíblia em seus
trabalhos. No caso de haver, nos quadros da Loja, Irmãos que professem fé
diversa da Judaica ou Cristã as presenças dos respectivos Livros Sagrados podem
(e devem) ser adotadas.
De modo efetivo, o credo dos
Irmãos e os Tratados Internacionais de Reconhecimento são respeitados pelas
Lojas de Rito Francês. Vê-se assim que esta história de rito ateu é tão fantasiosa
quanto as velhas lendas envolvendo o bode preto, vinho no crânio, pacto de
sangue e outras invencionices do gênero!
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Grupo Escoteiro Guarani: 50 anos de Aventuras!
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Aventura Sênior em Tibagi. (Foto: Jacqueline Stefani) |
A
Fraternidade Mundial dos Escoteiros foi fundada em 1907 por Baden Powell na Inglaterra. Rapidamente se espalhou pelo mundo chegando ao Brasil em
1910. O objetivo do Movimento é aperfeiçoar os conhecimentos dos jovens,
desenvolvendo princípios morais, éticos e cívicos com ênfase em atividades ao
ar livre. O Movimento está de portas abertas aos Jovens e seus Familiares de
todas as religiões, etnias ou classes sociais.
Há meio
século, Feliciano Guedes de Carvalho e alguns amigos, fundaram o Grupo Guarani possibilitando que milhares de jovens fizessem suas Promessas para com Deus e a Pátria. Ao longo dos anos, graças ao voluntariado dos Escotistas, centenas de acampamentos, gincanas e campanhas foram
desenvolvidas em prol da juventude e da comunidade.
Para celebrar o jubileu, o Grupo Escoteiro Guarani está organizando
uma série de eventos. Amanhã, dia 27, haverá uma noite de homenagens e
reencontros no Centro Cultural Nanuk a partir das 20 horas. No Sábado, dia 28,
às 19:30 horas, haverá Missa de Ação de Graças na Igreja Matriz São José e as
20:30 horas um Jantar festivo por adesão no Garfo Eventos. Os integrantes da
Fraternidade, de todos os tempos, estão convidados!
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Água e Luz: Responsabilidade exclusiva dos Locatários!
Fato pacífico, o fornecimento de energia elétrica possui natureza ‘uti singuli’ isto é, trata-se de um serviço de
utilização individual, que recai exclusivamente sobre a pessoa de seu usuário, conforme leciona Hely Lopes Meireles:
“Serviços
‘uti singuli’ ou individuais: são os que tem usuários determinados e utilização
particular e mensurável para cada destinatário, como ocorre com telefone, a
água e a energia elétrica domiciliares”. (Direito Administrativo Brasileiro, São Paulo: Malheiros,
29º Ed., 2004, p. 323).
Neste sentido, a relação jurídica de consumo de energia
elétrica é uma obrigação definida como ‘propter personam’, ou seja, de caráter
pessoal. Ela está restrita à concessionária de energia elétrica e o
inquilino/consumidor. Esta é, aliás, a sistemática definida no Art. 113, Inciso
I, da Resolução 456/2000, da ANEEL:
Art. 113. O encerramento
da relação contratual entre a concessionária e o consumidor será efetuado
segundo as seguintes características e condições:
I - por ação do
consumidor, mediante pedido de desligamento da unidade consumidora, observado o
cumprimento das obrigações previstas nos contratos de fornecimento, de uso do
sistema e de adesão, conforme o caso;
Note-se que a Resolução em epígrafe é taxativa: “Por ação do consumidor, mediante pedido de desligamento”. Pois bem: Este também é o
posicionamento unânime dos Egrégios Tribunais Pátrios, senão vejamos os seguintes Acórdãos:
TJ-SC: O débito de energia elétrica, por ser de
natureza pessoal e não real, vincula-se à pessoa do devedor e não ao imóvel
para o qual foi prestado o serviço. Apelação Cível Nº 427771 SC 2007.042777-1 Data de publicação: 30/06/2009:
TJ-RS: A obrigação decorrente de fornecimento de luz é propter
personam, isto é, de natureza pessoal, pois se vincula às partes que
firmaram o contrato de prestação de serviços. Apelação Cível Nº 70038791455, Vigésima Segunda Câmara Cível- Relator: Maria Claudia Cachapuz, Julgado em 10/12/2015.
Com efeito, consoante a Lei, Doutrina e a
Jurisprudência, a dívida decorrente dos serviços de energia
elétrica configura-se obrigação ‘propter
personam’, de caráter pessoal, e não ‘propter rem’, ou seja, não
acompanha o imóvel. Neste sentido também é o entendimento do Superior Tribunal
de Justiça:
O débito tanto de água como de energia
elétrica é de natureza pessoal, não se vinculando ao imóvel. A obrigação não é ‘propter
rem’. (STJ, REsp 890572, Rel. Min. Herman BENJAMIN, Data de Publicação
13/04/2010).
Destarte, o pagamento das faturas, bem como a alteração da titularidade
dos serviços, é de responsabilidade do real consumidor do serviço prestado, em
nome do qual está – ou ao menos deveria estar – cadastrado o fornecimento do
serviço.
Assim sendo, terminada a relação locatícia é responsabilidade exclusiva do inquilino requerer a alteração da titularidade da Unidade Consumidora, sendo
incabível indenização por danos materiais e morais em caso de sua desídia:
TJ-SP: Terminada a relação
locatícia, cabe ao locatário do imóvel requerer a alteração da titularidade da
unidade consumidora de energia elétrica, sendo incabível indenização por danos
morais. (Apelação nº 0004421-93.2011.8.26.0019, Rel. Des. Cesar Lacerda, 28.ª Câm.Dir.Priv., j.10.6.13, v.u.)
Com efeito, ao não proceder na
forma exigida pela Lei e pelo Contrato de Locação o locatário assume integralmente
os ônus de sua negligência:
TJ-TO: Em que pese restar demonstrada a inexistência
de relação jurídica no período em que a fatura de energia elétrica foi emitida
em nome do autor, ex-locatário do imóvel, não há que se cogitar de indenização
por danos morais pela negativação do nome nos cadastros de proteção ao crédito,
se a responsabilidade pela alteração de dados junto à concessionária é do
próprio locatário e este não se desincumbiu do ônus que lhe competia. (Apelação Cível Nº 5003875-12.2013.827.0000).
Pois bem. Em idêntico sentido também vêm decidindo
os Egrégios Tribunais de Justiça dos Estados de São Paulo e Paraná, senão vejamos:
TJ-SP: “O maior interessado em alterar
o cadastro ou cancelar o contrato de fornecimento de energia elétrica é o
autor, que, não o fazendo, assumiu o risco de ter seu nome inscrito nos órgãos
de proteção ao crédito, como de fato ocorreu” (Apelação nº 0003687-06.2012.8.26.0344, Rel. Des. Adilson de Araujo, 31.ª
Câm.Dir.Priv., j.9.4.13, v.u.)
TJ- PR: Apelação 1508967-3 (Acórdão) - Data de
publicação: 26/09/2016 Ementa: DECISÃO: Acordam os Excelentíssimos Senhores
Desembargadores integrantes da Décima Segunda Câmara Cível do Tribunal de
Justiça do Estado do Paraná, por unanimidade de votos, em conhecer e negar
provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. EMENTA: Apelação Cível.
Contrato de locação. Rescisão. Faturas de energia elétrica emitidas em nome da
ex-locatária. Ausência de comunicação sobre alteração na titularidade da
unidade consumidora de energia. Dever do titular da conta. Inércia comprovada. Ausência
de prova de estipulação diversa. Recurso conhecido e não provido. 1. "O
maior interessado em alterar o cadastro ou cancelar o contrato de fornecimento
de energia elétrica é o autor, que, não o fazendo, assumiu o risco de ter seu
nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito, como de fato ocorreu"
(TJ-SP - APL: 00036870620128260344 SP 0003687-06.2012.8.26.0344, Relator: Adilson de Araujo, Data de
Julgamento: 09/04/2013, 31ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação:
10/04/2013). 2. Recurso conhecido e não provido. (TJPR - 12ª C.Cível - AC -
1508967-3 - Região Metropolitana de Londrina - Foro Central de Londrina - Rel.:
Luciano Carrasco Falavinha Souza - Unânime - J. 24.08.2016
Diante da natureza (uti singuli) dos serviços de água e luz, somada ao fato do
pagamento das faturas e alteração da titularidade ser ‘propter
personam’, é inequívoco que o Locador não integra tais relações de
consumo, não podendo, por extensão, ser responsabilizado pela desídia do locatário sob nenhuma
hipótese.
STJ – AGRAVO
REGIMENTAL no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. 360.286/2013/0193705-7
(STJ) - ART. 535 DO CPC. ALEGAÇÕES GENÉRICAS. SÚMULA 284/STF. ENERGIA ELÉTRICA.
SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO. INADIMPLÊNCIA. IMPOSSIBILIDADE. DÉBITO PRETÉRITO.
OBRIGAÇÃO DE NATUREZA PESSOAL. (...) 3. O Superior Tribunal de Justiça já se
manifestou no sentido de que a obrigação pelo pagamento de contas de consumo de
energia e de água possui natureza pessoal, não se vinculando ao imóvel.
Precedentes. 4. Agravo regimental não provido. Julgado em 03/09/2013, DJe
11/09/2013).
Conclusão: É responsabilidade exclusiva do
locatário proceder a transferência da titularidade e o pagamento das faturas de
água, luz e telefone do imóvel locado e ao negligenciar suas responsabilidades assume
inteiramente os ônus de sua desídia.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Cachoeiras, Guartelá, Fenda do Nick e muita diversão!
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Cana Dura no Salto da Cotia. (Foto Pâmela L.M) |
A Tropa Sênior Cana Dura, do Grupo Escoteiro Guarani de Rolândia, realizou uma memorável atividade no Município de Tibagi. Foram três dias de muita aventura e diversão. A empreitada contou com o apoio logístico e a hospitalidade do Grupo Escoteiro Machadinho, a quem somos agradecidos.
Na manhã do dia 13 de Outubro, visitamos o belíssimo Cânion Guartelá. Situado no segundo planalto, entre os
municípios de Castro e Tibagi é considerado o 6° mais extenso do mundo. A
trilha no interior do Parque é leve e auto-guiada. As formações de
arenito e a vegetação dos Campos Gerais são um espetáculo à parte.
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Admirando o visual do Cânion e a famosa Ponte de Pedra. (Foto João Pedro) |
A caminhada transcorreu na mais absoluta normalidade. Nos últimos anos, a administração do Parque restringiu diversas trilhas que percorríamos há cerca de 20 anos. Hoje não se tem acesso a Ponte de Pedra, ao fundo do Cânion e à base do Salto. O acesso às pinturas rupestres é feito somente com a contratação de guias e mediante agendamento.
Felizmente, a administração do Parque teve o bom senso de não restringir o acesso aos "panelões" fantásticos sumidouros naturais. Como o dia era de sol e calor intenso, foi gratificante (aos mais corajosos) banhar-se nos gélidos ofurôs esculpidos na rocha ao longo dos milênios...
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Um revigorante banho gelado nos panelões... (Foto Pâmela LM) |
Após o almoço, visitamos a impressionante Fenda do Nick. A formação está localizada em uma propriedade privada, logo é necessário a contratação de guias autorizados. Acredita-se que a Fenda é originária de movimentos tectônicos. Sua extensão é de cerca de 1 km, a distância entre as paredes é de apenas 1,5 m e a altura média é de 30 metros. Vale a pena conhecer!
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Fenda do Nick (Foto Pâmela L.M.). |
Encerramos o primeiro dia de atividades visitando o belíssimo Salto da Cotia, nas proximidades da Fenda do Nick. Novamente, somente os mais corajosos encararam um banho nas álgidas águas. Após um belíssimo crepúsculo, voltamos ao alojamento na sede do Machadinho e a noite passeamos pelo centro histórico de Tibagi.
No dia seguinte, pela manhã, foi a vez de visitar os famosos Saltos Santa Rosa e Puxa Nervos. As trilhas não apresentam maiores dificuldades, tanto é que consegui percorrê-las após uma dolorosa torção de pé (baita vacilo!) em um pequeno lance de escada, logo no início da trilha para o Salto Santa Rosa. Pela tarde a Tropa se divertiu fazendo rafting no Tibagi. Fim de noite, confraternização entre os jovens e escotistas dos Grupos Guarani e Machadinho. Domingo pela manhã, após a despedida, fizemos um regresso tranqüilo para Rolândia, guardando na memória os fantásticos cenários e as histórias inesquecíveis que vivenciamos com nossos Irmãos Escoteiros.
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Salto Puxa Nervos (Foto Pâmela L.M) |
terça-feira, 10 de outubro de 2017
21 anos da Ordem DeMolay em Rolândia!
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Com o fundador da Ordem DeMolay no Brasil e Grande Mestre Alberto Mansur, de Abençoada Memória. |
No próximo
mês o Capítulo Getúlio Pereira Salerno nº 302, patrocinado pela Grande Benfeitora Loja Simbólica Ciência
e Trabalho de Rolândia completará 21 anos. Tive a honra de participar de sua
fundação, por indicação de meu querido Chefe Escoteiro, Geraldo Gonçalves
Filho, de abençoada memória.
Na Ordem
fiz amigos fiéis e compreensivos. Seus nomes estarão eternamente gravados em minha Alma. Em nosso Capítulo, trabalhei em praticamente
todos os cargos. Posteriormente, no Convento de Ávalon nº 13, recebi os Graus da Cavalaria, de uma riqueza e beleza
impossíveis de serem descritas em palavras. Sem dúvida, todo DeMolay deve se
esforçar para galgá-los!
A Ordem
DeMolay é, sem dúvida, a maior Obra da Maçonaria moderna. Não é mera
coincidência que, em menos de um século, tenha se tornado a maior organização
juvenil do Planeta. Para os Irmãos buscadores, nossos Rituais contêm as
primeiras chaves que dão acesso a um acervo de conhecimento incrível.
Graças a
Luz que recebi dos Irmãos do Capítulo Londrina em 09 de Novembro de 1996, posteriormente, busquei e obtive ingresso na Antiga e Mística
Ordem Rosa Cruz (AMORC), Tradicional Ordem Martinista (TOM) e no Círculo
Iniciático de Hermes (CIH). Embora minha vivência nestas Fraternidades, tenha
sido mais breve, a convivência e os ensinamentos que nelas obtive também auxiliaram-me
na difícil, desafiadora e nem sempre constante Jornada Iniciática...
Nosso
Grande Mestre Fundador, Frank Sherman Land, de abençoada memória, certa vez dirigiu um
apelo que, felizmente, foi ouvido pela maioria dos Irmãos da Maçonaria Universal:
“Se trabalharmos sobre o mármore, um dia ele acabará. Se trabalharmos sobre o
metal, um dia o tempo o consumirá. Se erguermos templos, um dia se tornarão pó.
Mas se trabalharmos sobre almas jovens e imortais, se nós a imbuirmos com
princípios do justo temor ao Criador e amor à Humanidade, daqui a cem anos
pouco importará o quanto tenhamos acumulado no banco; que tipo de casa,
palecete ou carro possuirmos. Mas o mundo poderá ser diferente, talvez porque
fomos importantes nas vidas destes Jovens”. Foi este espírito visionário que norteou os Irmãos da Ciência e Trabalho há 21 anos...
Com efeito, o futuro da Maçonaria está sendo escrito nos Capítulos, Conventos e
Priorados da Ordem DeMolay espalhados pela face da Terra. Apoiá-los é um ato de amor à Maçonaria, à Juventude e à Humanidade! Parabéns à todos os Irmãos Maçons, DeMolays e às nossas Cunhadas pelo
belíssimo trabalho desenvolvido! Viva a Ordem DeMolay! Vida longa ao Capítulo Getúlio
Pereira Salerno!
Regresso!
Após alguns meses de ausência, estou de volta. Esforçarei-me para retomar o ritmo de uma publicação semanal nos temas habituais. Nossos leitores observarão, ainda, que novos temas serão incluídos como resultados de releituras e novos estudos que estou empreendendo. Felicita-me poder compartilhar um pouco destas vivências com vocês! Mãos à Obra e que o Eterno nos abençoe!
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