A Maçonaria nos proporciona encontros memoráveis. Durante
uma Iniciação na Loja Maçônica Estrela de Arapongas conhecemos o Grande Irmão
Leco (Juraci Paixão). Leco é uma lenda viva do Nacional Atlético Clube, de
Rolândia. Ouço histórias sobre ele desde minha infância... Aos 83 anos, Leco é
um Irmão ativo no simbolismo, além de integrar o Supremo Conselho do Grau 33 do
Paraná. Em 1959, meu avô, José Farina Filho, de abençoada memória, foi buscá-lo
em Rancharia - SP para jogar no NAC. Eram tempos gloriosos para o nosso
alvi-anil! Leco fez a vida no Paraná. Hoje reside em Arapongas. O mundo é
pequeno: Feliz por conhecer esta lenda dos gramados e da Maçonaria
Paranaense!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
Homenagem ao Irmão Leco!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
Nosso Artigo na Revista Trolha!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
DeMolay: Mais um ciclo se encerra!
| Novo Conselho Consultivo com o MC instalado. |
Um ciclo de muito trabalho e aprendizado como Presidente do Conselho Consultivo se encerrou. Hoje o Capítulo Getúlio Pereira Salerno de Rolândia é a maior referência nos trabalhos ritualísticos, filosóficos e filantrópicos no Paraná e no Brasil (dentre mais de 1.300 Capítulos). Um feito inédito! Formamos líderes que estão se destacando nacionalmente. Nosso Capítulo teve a coragem (no auge da pandemia) de ser o primeiro a retomar os trabalhos presenciais no Paraná e estamos colhendo bons frutos desta decisão vanguardista. Sensação de dever cumprido. Agradeço aos Irmãos da Loja Maçônica Ciência e Trabalho pela confiança e apoio de sempre. Sucesso Irmão Wagner Irmer e demais Conselheiros! Avante Getúlio: Por Deus, pela Pátria, por DeMolay!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
Vírus chinês: Quebrando o silêncio!
A prudência me fez aguardar dois anos para voltar a este tema. Assim agi devido à histeria coletiva alimentada por setores da mídia, governos, ministério público e judiciário que impediam (e ainda prejudicam) uma análise racional e desapaixonada dos fatos. Assim sendo faltava o contato direto com o vírus para formar melhor opinião e quebrar o silêncio. Parêntesis: 1)- Nos últimos anos, raramente usei máscaras. Poucos minutos com o EPI são suficientes para a obstrução de minhas vias aéreas superiores. Além disso, sou claustrofóbico (durante minha adolescência fui soterrado por um caminhão de pedras e sobrevivi por um milagre); 2)- Depois de acurada análise sopesando prós e contras (idade, saúde, alimentação, estilo de vida, eficácia e os riscos da vacina) eu e minha família decidimos não nos vacinar. Pois bem. Há 20 dias meu filho mais velho começou a apresentar sintomas da ômicron. Em seguida, os outros dois apresentaram sintomas leves e minha esposa apresentou os sintomas clássicos. Os exames confirmaram as suspeitas e eles entraram em isolamento. Apesar do contato íntimo com esposa e filhos não contraí a moléstia. Minha conclusão é a seguinte: Os Médicos e Cientistas que associam a baixa letalidade da variante ômicron às próprias características do vírus (e não às vacinas) têm total razão. A simples observação da evolução da pandemia (e seus números) confirmam com clareza este fato. Registre-se ainda que as vacinas estão desatualizadas, vez que foram desenvolvidas para a variante original de Wuhan. Assim sendo, indago: 1) Se as vacinas não impedem infecções, qual a razão do passaporte sanitário? 2) Qual o sentido de exigir terceira ou quarta dose de uma vacina desatualizada, experimental e com efeitos colaterais que carecem de investigações? 3) Qual a razão do ódio e da caçada nazista aos não vacinados se as vacinas são tão eficazes? 4) Qual é a explicação racional para se coagir pais de crianças de 5 a 11 anos (que possuem índice de mortalidade zero) a vacinarem seus filhos (empregando diretrizes escandalosamente fascistas)? 5) Quais interesses políticos e financeiros estão por trás desta tirania sanitária? 6) Até quando esta paranóia irá durar? Pois é, caros amigos: Há dois anos estou procurando respostas convincentes para estas questões!