segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Homenagem ao Irmão Leco!

 

A Maçonaria nos proporciona encontros memoráveis. Durante uma Iniciação na Loja Maçônica Estrela de Arapongas conhecemos o Grande Irmão Leco (Juraci Paixão). Leco é uma lenda viva do Nacional Atlético Clube, de Rolândia. Ouço histórias sobre ele desde minha infância... Aos 83 anos, Leco é um Irmão ativo no simbolismo, além de integrar o Supremo Conselho do Grau 33 do Paraná. Em 1959, meu avô, José Farina Filho, de abençoada memória, foi buscá-lo em Rancharia - SP para jogar no NAC. Eram tempos gloriosos para o nosso alvi-anil! Leco fez a vida no Paraná. Hoje reside em Arapongas. O mundo é pequeno: Feliz por conhecer esta lenda dos gramados e da Maçonaria Paranaense!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Nosso Artigo na Revista Trolha!

 

 
Nosso primeiro artigo publicado na prestigiosa Revista Maçônica A Trolha (edição n° 424, de Fevereiro de 2022) é a síntese de um Trabalho apresentado ao Capítulo Gralha Azul do Rito Moderno, Vale de Londrina, no Grau de Eleito Secreto. A edição também traz outros brilhantes trabalhos, além das atualidades da Ordem. Nossos agradecimentos aos Irmãos da Editora Trolha pela grande honra de figurar ao lado dos grandes nomes da Maçonaria Brasileira!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

DeMolay: Mais um ciclo se encerra!

Novo Conselho Consultivo com o MC instalado.

Um ciclo de muito trabalho e aprendizado como Presidente do Conselho Consultivo se encerrou. Hoje o Capítulo Getúlio Pereira Salerno de Rolândia é a maior referência nos trabalhos ritualísticos, filosóficos e filantrópicos no Paraná e no Brasil (dentre mais de 1.300 Capítulos). Um feito inédito! Formamos líderes que estão se destacando nacionalmente. Nosso Capítulo teve a coragem (no auge da pandemia) de ser o primeiro a retomar os trabalhos presenciais no Paraná e estamos colhendo bons frutos desta decisão vanguardista. Sensação de dever cumprido. Agradeço aos Irmãos da Loja Maçônica Ciência e Trabalho pela confiança e apoio de sempre. Sucesso Irmão Wagner Irmer e demais Conselheiros!  Avante Getúlio: Por Deus, pela Pátria, por DeMolay! 


segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Vírus chinês: Quebrando o silêncio!

 


A prudência me fez aguardar dois anos para voltar a este tema. Assim agi devido à histeria coletiva alimentada por setores da mídia, governos, ministério público e judiciário que impediam (e ainda prejudicam) uma análise racional e desapaixonada dos fatos. Assim sendo faltava o contato direto com o vírus para formar melhor opinião e quebrar o silêncio. Parêntesis: 1)- Nos últimos anos, raramente usei máscaras. Poucos minutos com o EPI são suficientes para a obstrução de minhas vias aéreas superiores. Além disso, sou claustrofóbico (durante minha adolescência fui soterrado por um caminhão de pedras e sobrevivi por um milagre); 2)- Depois de acurada análise sopesando prós e contras (idade, saúde, alimentação, estilo de vida, eficácia e os riscos da vacina) eu e minha família decidimos não nos vacinar. Pois bem. Há 20 dias meu filho mais velho começou a apresentar sintomas da ômicron. Em seguida, os outros dois apresentaram sintomas leves e minha esposa apresentou os sintomas clássicos. Os exames confirmaram as suspeitas e eles entraram em isolamento. Apesar do contato íntimo com esposa e filhos não contraí a moléstia. Minha conclusão é a seguinte: Os Médicos e Cientistas que associam a baixa letalidade da variante ômicron às próprias características do vírus (e não às vacinas) têm total razão. A simples observação da evolução da pandemia (e seus números) confirmam com clareza este fato. Registre-se ainda que as vacinas estão desatualizadas, vez que foram desenvolvidas para a variante original de Wuhan. Assim sendo, indago: 1) Se as vacinas não impedem infecções, qual a razão do passaporte sanitário? 2) Qual o sentido de exigir terceira ou quarta dose de uma vacina desatualizada, experimental e com efeitos colaterais que carecem de investigações? 3) Qual a razão do ódio e da caçada nazista aos não vacinados se as vacinas são tão eficazes? 4) Qual é a explicação racional para se coagir pais de crianças de 5 a 11 anos (que possuem índice de mortalidade zero) a vacinarem seus filhos (empregando diretrizes escandalosamente fascistas)? 5) Quais interesses políticos e financeiros estão por trás desta tirania sanitária? 6) Até quando esta paranóia irá durar? Pois é, caros amigos: Há dois anos estou procurando respostas convincentes para estas questões!