quinta-feira, 16 de junho de 2016

Obrigado, Rolândia!


Semana passada concedemos entrevista ao Jornal Manchete do Povo na condição de pré-candidato a Prefeito de Rolândia pelo PSC. Gostaria de agradecer do fundo do coração a grande recepção que temos recebido nas redes sociais e nas ruas de nossa cidade! Em cada olhar, aperto de mão e em cada abraço recebido nós sentimos o carinho e esperança de nossa população. Sabemos que o desafio é imenso, talvez o maior que já enfrentamos até aqui, mas saibam que apoio de todos vocês é o que nos fortalece e incentiva!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

COMDEMA pede explicações ao Prefeito!


Conforme já noticiado, o COMDEMA liberou (em auxílio a administração Francisconi) R$ 200 mil para a reconstrução das pontes da Arcol e do Caramuru e mais R$ 215 mil para a construção do Centro de Apoio no Aterro de Resíduos da Construção Civil. Com os recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente (instituído pelo Código Ambiental), serão construídos barracão de triagem, sanitários, refeitório e alambrados para atender os trabalhadores.  Infelizmente, o Conselho não foi informado em que fase se encontram os Projetos e as Licitações. Para os Conselheiros a transparência é fundamental!

sábado, 4 de junho de 2016

Promotoria fiscalizará uso eleitoreiro da frota!


Com intenção de evitar o uso eleitoreiro da frota de veículos oficiais da Prefeitura e  da Câmara de Vereadores, a Promotoria de Justiça de Arapongas, ajuizou uma ação civil pública em que requer a criação de um sistema de controle do uso de veículos oficiais, segundo informações do Portal JusBrasil. Em Rolândia, a Sociedade Civil e Ministério Público deverão trilhar o mesmo caminho para evitar o uso eleitoreiro da máquina. Nada mais justo!

Uma nota sobre o Capitalismo...


Não há sistema perfeito, mas há uma práxis compatível com a natureza humana. O único sistema que permite a interação espontânea entre pessoas de raças, culturas, religiões, inteligências e habilidades diferentes, sem coerção, é o Capitalismo de Livre Mercado. Nossa crítica é dirigida ao capitalismo de estado, de laços ou de compadrio (de viés keynesiano) que, inevitavelmente, gera distorções, bolhas, artificialismos e crises desnecessárias.