Indico a todos os nossos leitores que não deixem de assistir ao comovente documentário "O Príncipe Verde" (via Netflix) sobre a incrível trajetória de Mosab Hassan Youssef de potencial terrorista islâmico a defensor da Paz entre judeus e palestinos. Trata-se de um valioso documento que irá aprimorar a visão e o entendimento deste conflito que extrapola os limites físicos de Israel convertendo-se em um grave choque entre duas Civilizações com visões de Mundo completamente diferentes. Vale a pena conferir!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Em Ibiporã, abastecimento está normalizado!
Quando Vereador defendi a Municipalização na época em que o contrato de concessão com a Sanepar expirou. É admirável a excelência, eficiência, qualidade e as tarifas menores que todas as Autarquias Municipais de Água e Esgoto da região praticam. O exemplo mais próximo é a SAMAE, de Ibiporã. Com dois Poços Artesianos perfurados no Aquífero Guarani, o Município não enfrentou uma crise de desabastecimento generalizada em decorrência das últimas chuvas.
Sobre o monopólio da SANEPAR...
Subscrevo o raciocínio de meu caro amigo Kleber Men: Não vejo problema algum (muito pelo contrário) que empresas de modo geral, sejam elas produtoras de remédios, tratamento de água, comida pensem em lucro. Afinal, empresas possuem responsabilidades trabalhistas, operacionais, tributárias, etc... Quem deve fazer caridade são igrejas, dentre outras instituições sem fins lucrativos. O problema é o monopólio. Qual é a razão que justifica apenas uma empresa explorar a captação de água? Por que a mesma empresa que capta e trata é a que distribui? E acrescento: É justo a Sanepar ficar com o bônus do monopólio enquanto as empresas e cidadãos privados (os mesmos que são perseguidos pela Sanepar por possuírem poços caipiras ou semi-artesianos) fiquem com o ônus do fornecimento de água em um momento de crise de abastecimento? Existe água grátis? Cadê os caminhões pipas da Sanepar?
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Reflexão sobre a chuva trágica...
De que adianta 70% dos trilhões em impostos que pagamos todos os anos ficarem concentrados nas mãos dos corruPTos e incompetentes de Brasília? O que o desgoverno federal está fazendo para amenizar a tragédia que abateu o Norte do Paraná? Só estamos vendo ações de empresas privadas, cidadãos, igrejas, associações, prefeituras e governo do Estado visando amenizar os mais de R$ 500 milhões de prejuízos iniciais que tivemos com as chuvas!!! Conclusão: Os impostos tem que ficar onde são gerados. Basta de roubo: Novo pacto federativo já!
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