quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Castelo dos Bugres: O anfiteatro da Serra do Mar Norte Catarinense!

Thomas e eu no cume do Castelo.

Há anos estava ensaiando alguma excursão pelas Montanhas de Joinville por ocasião das minhas férias anuais em Guaratuba. Desta vez, o plano inicial era fazermos o Pico Jurapê (mais exigente da região) mas, como meu filho Thomas convidou dois amigos, Silveira e Pansarini (que nunca haviam praticado montanhismo) acabamos optando pelo belíssimo Castelo dos Bugres.

Este morro é uma formação de rochas graníticas sobrepostas, no alto da Serra do Mar Norte Catarinense (aproximadamente 970 metros s.n.m), cujo acesso se dá pela bela e turística estrada Dona Francisca. O percurso (cerca de 4 km) é marcado por pequenos mananciais de água, exemplares de árvores frondosas e muita biodiversidade vegetal e animal.

Fizemos a trilha em 40 minutos (no ritmo dos jovens) e chegamos ao cume com  boa visibilidade. O alto da formação é um autêntico anfiteatro da Serra, de onde se contempla trechos imensos de Mata Atlântica, parte da Baía de Babitonga, o Jurapê, Morro Pelado, alto da Serra do Quiriri e vales circundantes... 


Thomas e Pansarini contemplando o cenário.

Uma lenda regional afirma que ali existe uma entrada para o centro da Terra -  procuramos, mas não encontramos... Outra narra que, em noite de Lua Cheia, aparece um bugre montado em um cavalo branco. Lendas à parte, ficamos lagarteando no alto da pedra contemplando o fantástico cenário por cerca de 1h quando começaram a aparecer os primeiros montanhistas catarinenses...

Decidimos descer para dar um tchi-bum na gélida cachoeira existente no início da trilha. Chegamos lá em cerca de 35 minutos e aproveitamos bastante! Perto das 12h seguimos para Joinville com a finalidade de comprar fumo de corda e visitar o histórico Cemitério do Imigrante (datado do Século 19) onde diversas personalidades da região estão sepultadas.

Passeando entre as antigas lápides acabamos nos deparando com o jazigo de um dos precursores do montanhismo catarinense: Johan Paul Schmalz que, em 06 de junho de 1886, acompanhado por Bruno Clauser, Hahn, Jacob Schmalz, Otto Delitsch e mais dois sujeitos definidos como “alugados”, atingiram o cume do Jurapê, após três dias de trabalho, abrindo uma trilha pela floresta extremamente cerrada.

Foi uma escalada autêntica, pois subiram a montanha apenas “porque ela estava lá”. O Jurapê é uma montanha estética e imponente, com 1.100m de desnível e terreno íngreme que sempre intrigou Schmalz que era um grande apreciador e conhecedor das belezas naturais da região. Pelo valor histórico, beleza cênica e por ser uma das Montanhas mais desafiadoras de Santa Catarina um dia retornaremos para subir a emblemática Montanha de Schmalz! 


A geladeira dos Bugres

terça-feira, 19 de novembro de 2024

Aquatrekking no Ribeirão Cafezal!

Crianças e amigos na foz do Córrego Arapuá.

Há um ano afastado das Montanhas (devido à gravidez de minha esposa) e compromissos na Ordem DeMolay, retomei uma atividade dos áureos tempos de adolescência: Explorar os Rios de Rolândia. Isto graças a insistência e cobranças dos meus filhos Benjamin e Thomas. Desde então, revisitei o Córrego das Amoreiras, Arapuá e praticamente todo trecho urbano do Ribeirão Cafezal (um dos mananciais de abastecimento de Londrina). Exploramos ainda outros trechos interessantes do Cafezal nas zonas rurais de Cambé e Rolândia. No início eram só eu e meus filhos, mas com a divulgação das aventuras nas redes sociais, alguns amigos se interessaram pela atividade, atualmente denominada aquatrekking. Já estamos programando novas incursões em outros trechos dos Ribeirões Cafezal e Três Bocas... Pois é: A quantidade de rios para se explorar em Rolândia e região dá pra uma vida toda - sem repetição! Eis o grande diferencial da modalidade.

Trecho do Ribeirão Cafezal em Cambé.

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

PT foi o campeão de gastos com recursos públicos para vereador em Rolândia!

 

Informações do divulgacand (portal vinculado ao TSE) apontam que a chapa de vereadores do PT (até o momento) foi a que mais gastou dinheiro do fundão em Rolândia. Também verifica-se que o dinheiro público foi distribuído desigualmente entre os candidatos: O "cabeça de chapa" levou R$ 10.500,00, enquanto os demais levaram, em média, R$ 3.500,00 para gastarem nas campanhas. Apesar do maior volume de recursos públicos, o PT amargou pífia votação em nossa cidade. 

terça-feira, 8 de outubro de 2024

Rolândia: Eleições em pílulas!

Foto Jornal de Rolândia


Ailton Maistro (PL) foi reeleito prefeito com 78,35% dos votos. Vereadores: Juntos, todos os candidatos do PT/PCdoB e PV fizeram pouco mais de 900 votos e seguem sem representação no Legislativo Municipal. O Partido Novo totalizou 2.651 votos em sua primeira participação nas eleições locais. Faltou pouco! Dos candidatos recomendados por nós, Gesiel Araújo foi o mais votado com 1.415 votos, coroando um trabalho desenvolvido ao longo de 4 anos. Dentre os eleitos, a que mais investiu foi Sabine Giesen, segundo informações do divulgacand/TSE. Parênteses: A prestação de contas final ainda não foi publicada. Os números divulgados são parciais. Interessante notar como os partidos distribuíram os recursos do fundo desigualmente: Os chamados "cabeças de chapa" levaram mais dinheiro público. Ficou curioso? Acesse e confira!