quarta-feira, 24 de junho de 2015

Quem leva o Esmael a sério?


Nem em meus tempos de esquerdista perdi meu tempo com Esmael Morais. Naquela época preferia ler Caros Amigos, Piauí, Carta Capital, etc. Atualmente, costumo esbarrar com os links que Morais publica no grupo Nosso Paraná. Um autêntico festival de esquerdices. Mas, convenhamos: O que podemos esperar de quem teve como colaborador o ex-presidente do PT estadual (preso na Operação Lava Jato) André Vargas? Será que a coluna semanal que o deputado cassado assinava era gratuita? Se não, de onde vinha la plata? Dá para levar a sério quem serve como plataforma política para Requiões, Ênio Verri, Glesi & CIA? 

terça-feira, 23 de junho de 2015

Pelas barbas de Lula!!!


O ícone da esquerda brasileira e líder máximo dos corruPTos está ilhado. As doações milionárias efetuadas por empresas envolvidas nos escândalos do Petrolão e BNDES ao Instituto Lula, ao PT e inúmeras lideranças do partido não deixam dúvidas: Lula sempre soube de tudo. Ele é o Chefe. Lula manda, Dilma e o partido obedecem! Documentos  obtidos pela Polícia Federal na Operação Lava Jato revelaram ligações íntimas de Lula com os empreiteiros presos no escândalo do Petrolão. A cumplicidade era tanta que rendeu a Lula um apelido carinhoso: Brahma!   

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dilma terá que se explicar ao TCU!


O Tribunal de Contas da União concedeu prazo de 30 dias para Dilma tentar explicar o inexplicável: As graves irregularidades apuradas nas prestações de contas de seu governo. Entre 2009 e 2014, R$ 40 bilhões foram maquiados por meio das famigeradas pedaladas fiscais. O Relator confirmou ainda que o uso do FGTS no Minha Casa Minha Vida também pode ser entendido como uma manobra irresponsável, por não haver definição de prazo para o retorno destes recursos aos trabalhadores. Para o Ministério Público Federal o governo petista adotou "uma verdadeira política de irresponsabilidade fiscal, marcada pela deformação das regras para favorecer os interesses da chefe do Poder Executivo em ano eleitoral e não os interesses da coletividade no equilíbrio das contas públicas". 

Inflação, crise e bancos públicos!


Está evidente que o uso do BNDES para a criação de monopólios em vários setores da economia foi um grande erro, além de uma prática promíscua. O Tesouro se endividou emitindo títulos que pagam o valor da Selic e repassou esse dinheiro para o BNDES que emprestou a grandes empresas a juros irrisórios, abaixo da inflação. Política idêntica foi adotada pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica estimulando o consumismo irresponsável e criando uma euforia artificial no mercado. Tal política pressionou a inflação, elevou o endividamento das famílias a níveis alarmantes e acabou por destruir as finanças públicas da Nação (segundo a Agência Brasil, a dívida do governo federal alcançou incríveis R$ 2,4 trilhões em março). Conclusão: As Finanças Públicas devem observar regras matemáticas e não a retórica populista.