quinta-feira, 5 de março de 2015

Sobre financiamento de campanha...


Tenho acompanhado os debates referentes a reforma política. O financiamento público de campanha é uma excrecência. Ele já existe, através do famigerado fundo partidário e do horário eleitoral - que de gratuito não têm nada! Seu objetivo oculto é perpetuar os partidos políticos majoritários no Poder. Já sabemos que a esquerda é especialista em tirar proveito da própria depravação. Agora estão em campanha contra o financiamento privado de campanha. Logo eles que adoram manter relações promíscuas com empreiteiras! Pela lógica, sou a favor da mesma regra existente no Japão: Apenas as empresas privadas que mantém contratos, concessões ou recebam subsídios do governo, estatais ou empresas de economia mista devem ser impedidas de fazer doações à partidos ou políticos. Nos demais casos, não deve haver nenhuma objeção, desde que as doações sejam feitas de acordo com a Lei! Medida simples, lógica e racional.

O confisco dos salários!


Os tais "direitos trabalhistas" nada mais são do que deveres impostos pelo governo ao trabalhador.  E, para arcar com esses deveres, a maior parte do salário do trabalhador é confiscada já na hora do pagamento. Somente para bancar os benefícios básicos — férias, FGTS, INSS, encargos sobre aviso prévio — são confiscados R$ 927 mensais de um trabalhador que recebe em suas mãos salário mensal de R$ 1.200. Assim sendo, um funcionário trabalhando em regime CLT, com um salário contratado de R$ 1.200, custará efetivamente ao seu empregador 80% a mais do que o seu salário. Se o trabalhador é obrigado a pagar por seus "direitos", então ele não tem um direito, mas sim um dever. Dado o atual arranjo, seria muito mais proveitoso tanto para o trabalhador quanto para os empresários dobrar o salário-mínimo e eliminar os ultrapassados encargos sociais e trabalhistas copiados do fascismo italiano.  Haveria mais dinheiro nas mãos dos trabalhadores, a mão-de-obra ficaria mais motivada e atrairíamos mais empresas e empregos para o país. Este ambiente forçaria o aumento natural dos salários que, por si só, tornaria obsoleta a lei do salário-mínimo, levando à sua extinção. É o caminho!

É apelação ou não?


Uma professora petista (o nome não vêm ao caso) publicou  no Facebook que os Estados Unidos estão organizando o impeachment da "presidenta" Dilma. É para rir ou pra chorar? Será que a inflação, a alta dos juros, impostos, combustíveis, energia, dívida pública, demissões, etc... foram planejadas em Washington? Será que foi o Tio San quem organizou o assalto bilionário à Petrobrás? Será que os caminhoneiros são agentes da CIA? Só rindo! 

quarta-feira, 4 de março de 2015

Será que aprendemos a Lição?


Será que finalmente a Sociedade e os principais partidos de esquerda aprenderam que a mentira não funciona e que o populismo não dura para sempre? Fato pacífico, esta grave crise econômica e fiscal que atinge os três níveis de governo nada mais é que o resultado lógico das últimas décadas de uma farra populista surreal com o dinheiro dos pagadores de impostos! Agora chegamos ao limite: Se persistirem nesta agenda fracassada, vivenciaremos um caos semelhante a Venezuela, Cuba e Argentina. Triste realidade!