quarta-feira, 30 de julho de 2014

Sobre o risco Brasil e a crise no setor elétrico...


ENERGIA: A crise no setor elétrico terminará em nosso bolso! Os empréstimos bilionários para socorrer os prejuízos das distribuidoras de energia elétrica vão gerar um aumento mínimo de até 30% nas tarifas, que serão repassados à conta de luz dos consumidores a partir de 2015, segundo O Globo. Há apenas dois anos, Dilma anunciou uma redução na tarifa de luz que hoje se revelou mais uma medida populista e irresponsável!

CRÍTICA: A crise de credibilidade do governo Dilma também repercute negativamente no exterior. Segundo o Financial Times, o país precisa de um choque de credibilidade. "Se Dilma não entregá-lo, as eleições presidenciais o farão" afirma a publicação. Segundo o veículo britânico, os compromissos da presidente em conferir independência ao BC e substituir Mantega por Tombini no Ministério da Fazenda seriam bem-vindos.

RISCO:  O Deutsche Bank (maior banco da Alemanha) rebaixou a classificação dos títulos da dívida brasileira. Para a instituição, investir no Brasil “não compensa o risco de uma contínua deterioração dos fundamentos econômicos caracterizados por estagflação, piora no balanço de pagamentos, além da deterioração da qualidade fiscal”. Segundo a Agência Brasil, a dívida do governo federal alcançará 2,3 trilhões de reais ainda em 2014.

terça-feira, 22 de julho de 2014

É hora de mudar, Brasil!!!



Já temos o menor crescimento econômico desde o governo Collor. Em maio o governo petista conseguiu atingir: A menor criação de postos de trabalho desde 1992; O pior resultado das contas públicas e o maior déficit em conta corrente de toda a série histórica! E teremos: A maior taxa Selic desde 2006 e o descumprimento da meta de inflação, com a maior variação de preços desde 2002. Infelizmente, o governo Dilma está rasgando tudo o que foi construído em 1994, com o Plano Real. Muda Brasil!!!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Alerta: Administração pode cometer improbidade!


Na edição 502 do JR foi publicada a matéria 'Comdema: jurídico vai tomar providências quanto à cassação de Funasa' onde o secretário municipal de Finanças, João Marcos Cremonezi Rocha, afirma que poderá ir à justiça para "repensar esta situação". Isto posto, indagamos: Como poderá o erário público custear um processo que visa anular uma decisão do Conselho? Como pode, ainda, o secretário de Finanças interferir em uma decisão de caráter pessoal do Sr. Paulo Roberto de Oliveira que, inclusive, já declarou a imprensa local que irá acatar a Decisão? Como, mesmo em situação inversa, é possível utilizar a estrutura do Estado em favor de um membro (do poder público) em desfavor dos demais (da Sociedade Civil)? Não seria uma invasão das atribuições internas do Conselho? Seria Justo? Seria Moral? Seria Ético? Seria Legal? São indagações fáceis de serem respondidas!

Duas notas sobre o anti-Sionismo...

Parlamentares do PT, PCdoB, PSOL em campanha contra Israel.
Nenhuma novidade: É um fato histórico que tanto o nacional, quanto o internacional socialismo sempre foram anti-semitas e, agora, diante da reprovabilidade geral do termo, se tonaram anti-sionistas. A finada União Soviética financiou, armou e apoiou (durante décadas) os países árabes em suas tentativas frustradas de 'lançar os Judeus ao mar'. Atualmente, dos países árabes, apenas Egito e Jordânia mantém relações diplomáticas e fronteiras abertas com Israel. Das nações sul-americanas, Cuba, Nicarágua, Bolívia, Chile e Venezuela (mais à esquerda) romperam relações diplomáticas com o Estado Hebreu. 

Fato histórico: Inegavelmente, os atentados e agressões contra Israel tiveram muitas roupagens ao longo da História: Nos tempos antigos, Israel foi escravo no Egito e cativo na Babilônia. Na idade média, foi queimado por sua Religião... Durante o nacional socialismo foi escravizado e exaurido por constituir uma "raça" e no stalinismo por ser um Povo... Atualmente é combatido por ter a ousadia de construir (em meio ao império do totalitarismo e fundamentalismo) um Estado Democrático Avançado, onde imperam as Liberdades Individuais, Religiosas, Políticas e Econômicas!