Se o
pesadelo no futebol foi triste, mais triste ainda é nossa atual situação
política e econômica: Em 2014, acumulamos um prejuízo superior aos 40 bilhões
de dólares em nossas contas externas; Tivemos um rombo histórico de 10 bilhões
de Reais no Fundo de Amparo ao Trabalhador; Neste ano, a dívida do governo
federal poderá alcançar incríveis 2,32 trilhões de Reais, segundo a Agência Brasil; A inflação estourou o teto da meta; Desemprego, criminalidade e
corrupção em alta; Educação, Saúde e Produtividade em baixa... A lição do
pesadelo é simples: Devemos levar Política mais a sério que futebol!
quarta-feira, 9 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Não vamos nos curvar!
Exigimos que as disposições do Código Ambiental de Rolândia e da Lei Municipal nº 3.027/2004 sejam cumpridas e os recursos do ICMS Ecológico sejam carreados (em regime de urgência) para o Fundo Municipal de Meio Ambiente (FMMA) para serem aplicados em prol da preservação ambiental e da qualidade de vida das presentes e futuras gerações sob a orientação e fiscalização do COMDEMA, conforme Lei. Não iremos nos calar, enquanto a Lei estiver sendo descumprida por esta "administração" pouco democrática que sobrevive graças a uma medida liminar! Vamos seguir na LUTA!
terça-feira, 1 de julho de 2014
COMDEMA: presidente não respeita decisões!
TRUCULÊNCIA: Sob reles argumento, o presidente do COMDEMA, Paulo Roberto de Oliveira (vulgo Funasa) e o secretário de meio ambiente, Márcio Kolarovic, estão se recusando a acatar as deliberações aprovadas pelo Plenário do Conselho. Trata-se de nova demonstração de truculência, arbitrariedade e falta de respeito aos Munícipes que, voluntariamente, desenvolvem um belo trabalho no COMDEMA. Atitude condenável!
O luxo de hoje é a necessidade de amanhã...
"Para formar um conceito correto do significado social do consumo de luxo é necessário, acima de tudo, compreender que o conceito de luxo é inteiramente relativo. Luxo consiste em um modo de vida de alguém que se coloca em total contraste com o da grande massa de seus contemporâneos. O conceito de luxo é, por conseguinte, essencialmente histórico. Em meados do século XIX, considerava-se um luxo ter um banheiro dentro de casa, mesmo na Inglaterra. Hoje, a casa de todo trabalhador inglês, do melhor tipo, contém um. Ao final do século XIX, não havia automóveis; no início do século XX, a posse de um desses veículos era sinal de um modo de vida particularmente luxuoso. Hoje, até um operário possui o seu. Este é o curso da história econômica. O luxo de hoje é a necessidade de amanhã".
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