O PMDB indicou novamente Michel Temer como vice de Dilma por 398 contra 275 votos. Para o Deputado gaúcho Darcísio Perondi metade do partido "mostra ao Brasil que também deseja mudanças e o fim da aliança". Após o susto, Temer apelou pela reunificação do partido. Trata-se de mais uma evidência da decadência do governo petista!
terça-feira, 10 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Reeleição de Dilma não é certa!
DESGASTE: Segundo o Ibope, um terço do eleitorado não votaria em Dilma em nenhuma hipótese. Cerca de 33% da população brasileira consideram administração petista ruim ou péssima. Coisa jamais vista. Na outra ponta, 35% avaliam o governo Dilma como bom.
TENDÊNCIAS: O cenário não ajuda: Inflação, impostos, dívida pública, desemprego, insegurança e corrupção em alta; PIB, investimentos, confiança e serviços públicos em baixa reforçam as possibilidades de derrota petista, há um ano inimagináveis!
MAPA: Em 2010, o cenário econômico e político era mais favorável ao PT. Mesmo assim, Dilma foi derrotada em onze estados, sagrando-se vitoriosa, sobretudo, devido a vitória em Minas e Rio de Janeiro (segundo e terceiro maiores colégios eleitorais).
MUDANÇA: Hoje as pesquisas indicam que o Senador Aécio Neves (PSDB) abriu ampla vantagem em Minas e conseguiu ultrapassar Dilma no Distrito Federal. No Rio de Janeiro Aécio também vêm ganhando musculatura. No nordeste, o aumento do desemprego já afeta a popularidade de Dilma que tende a sangrar diante da candidatura Campos.
SÃO PAULO: No maior colégio eleitoral, a petista é rejeitada por 46% e apenas 23% aprovam seu governo. Lá Aécio abriu 12% de vantagem sobre Dilma, segundo o Datafolha. Cenário semelhante é detectado nos demais Estados do Sul e Centro-oeste!
SÃO PAULO: No maior colégio eleitoral, a petista é rejeitada por 46% e apenas 23% aprovam seu governo. Lá Aécio abriu 12% de vantagem sobre Dilma, segundo o Datafolha. Cenário semelhante é detectado nos demais Estados do Sul e Centro-oeste!
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Sobre o capitalismo de laços...
Hoje não há livre mercado. Vivemos sob a égide de um capitalismo de estado, de laços, de compadres em prol dos regulados e reguladores (grandes empresários e políticos) contra os consumidores (nós, o povo). Trata-se de um sistema promíscuo no qual o mercado é artificialmente moldado pelo conluio entre governo, grandes empresas e os grandes sindicatos. Neste arranjo, o governo concede a seus empresários favoritos uma ampla variedade de privilégios inalcançáveis em um genuíno livre mercado, como restrições de importação, subsídios, tarifas protecionistas e empréstimos subsidiados por bancos estatais. O objetivo é cartelizar o mercado e impedir a entrada de novos concorrentes. Em troca, todos nós sabemos, as empresas beneficiadas lotam os cofres de políticos, partidos e funcionários públicos com fartas doações de campanha e propinas.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Mais Brasil, menos impostos!
REVOLTANTE: Em nome da "justiça social", o governo federal e as demais esferas de governo arrecadam quase metade do que é produzido no país. Em troca, produzem muitas leis estúpidas, serviços públicos deploráveis e um mar de corrupção revoltante.
SÚDITOS: Todo brasileiro paga cerca de 40% de imposto em cada produto comprado, fora os descontos em folha de pagamento. Na gasolina, os tributos chegam a 53%. Trabalhamos cinco meses para bancar este "governo" parasita. Somos súditos, não cidadãos!
LIBERDADE: Para comemorar o Dia da Liberdade dos Impostos (28 de Maio) o Instituto Mises Brasil e o Movimento Endireita Brasil organizaram, em São Paulo, a venda de cinco mil litros de gasolina sem PIS, Cofins, CIDE e ICMS por apenas R$ 1,32/litro! Outras entidades e capitais também participarão da sexta edição do elogiável e educativo evento!
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