terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cenário indefinido em Rolândia!


PROCESSO: Os vereadores de Rolândia votaram pela abertura de uma Comissão Processante (CP) que poderá cassar o prefeito Joni Lehmann. O pedido foi protocolado há 15 dias, pela eleitora Cristina Pieretti, mas foi retirado de pauta por determinação da presidente da casa, Sabine Giesen, por ser considerado "genérico nas acusações".

DENÚNCIA: A denúncia teve como base relatório elaborado pela Comissão Especial (CE) da Saúde, do próprio Legislativo Municipal. O documento - que também foi encaminhado ao Ministério Público - aponta evidente aplicação irregular de R$ 28 milhões por meio de convênio firmado com a Associação São Rafael, que mantém o hospital da cidade. 

COMISSÃO: A CP será composta pelos vereadores José de Paula Martins, presidente, Alex Santana, relator e Waldemar Moraes, membro. Logicamente, será oportunizado ao prefeito Joni Lehmann exercer seu direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa. 

OPINIÃO: Serão dias de muita tensão, articulação, interesses e vaidades políticas. O jogo do/pelo poder é pesado! Apesar dos graves indícios de irregularidades, face a maioria governista fica difícil apostar que a CP irá propor a cassação de Lehmann. Entretanto, política não é ciência exata e o cenário segue indefinido... Vamos aguardar!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sobre o "leilão" do campo de libra...


LEILÃO pode ser definido como venda pública a quem ofereça o maior preço; venda por licitação pressupondo mais de um participante. Com efeito, a privatização do campo de Libra pelo governo Dilma Roussef (PT) pode ter sido tudo menos um leilão!

ESTIMATIVAS: Caso as estimativas da Agência Nacional do Petróleo se confirmem o campo de Libra poderá produzir de 8 bilhões a 12 bilhões de barris. Tal informação levou a revista alemã Der Spiegel a afirmar que o Brasil "leiloou um tesouro por uma pechincha".

MÍNIMO: Mesmo sob um forte esquema de segurança (com tropas do exército nas ruas) muitos protestos e críticas, as multinacionais Shell (anglo-holandesa), Total (francesa), CNPC e CNOOC (chinesas) juntaram-se à Petrobrás e deram o lance mínimo previsto no edital.

IMPACTOS: Diversos estudiosos e técnicos afirmam que para explorar o pré-sal, além dos elevados custos financeiros, haverá “sérios riscos ambientais para o bioma de uma das regiões litorâneas mais bonitas e populosas do Brasil". Vamos aguardar...

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sobre o holocausto vegetal em Rolândia...


MALDADE: A maldade de considerável parcela da sociedade é intolerável. Criminosos destroem - sem qualquer remorso - o patrimônio público e privado. Agridem, torturam e matam o semelhante movidos por inveja e cobiça irracionais. A maldade humana não tem limites: Abate animais e árvores indefesos, como se objetos inanimados fossem!

HOLOCAUSTO: Sai secretário, entra secretário e o holocausto vegetal prossegue! Incontáveis árvores sadias continuam sendo abatidas por toda cidade. É evidente que trata-se de um lucrativo comércio de lenha, vez que as árvores de Lei (caso das sibipirunas) são cortadas às centenas enquanto árvores de madeira leve apodrecem em pé!  

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sobre reforma agrária e inflação!


REFORMA: O governo Dilma é o que menos desapropriou imóveis para fazer reforma agrária nos últimos 20 anos. Na primeira metade do mandato da petista, apenas 86 unidades foram destinadas a assentamentos. Já no governo "liberal" de FHC (1995-2002) foram 3.535 imóveis desapropriados e um total de 540,7 mil famílias beneficiadas.

INFLAÇÃO: A inflação anual do Brasil foi o dobro da média dos países do G20, segundo relatório da OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. A taxa brasileira foi de 6,09% (segundo o IPCA, medido pelo IBGE), contra uma média de 3% dos demais integrantes do G20 (grupo que reúne as vinte maiores economias do mundo).

PREOCUPAÇÃO: Ao contrário do discurso tranquilizador do governo, a inflação já afeta vários setores. A principal causa do surto inflacionário é o excessivo volume de gastos públicos. Registre-se que a dívida bruta do Brasil chegou a 68% do PIB, a maior entre os BRICS (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).